Saúde mental é tema de palestra no CRAS de Antônio Pereira

Na quarta-feira, 25 de janeiro, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Antônio Pereira e o grupo Canal das Moças promoveram um encontro especial entre a comunidade e o enfermeiro e coordenador da Estratégia de Saúde da Família (ESF) de Antônio Pereira, Igor Brasil Vieira. O encontrou contou também com a participação da coordenadora do CRAS de Antônio Pereira, Rozângela Ramos de Oliveira, e da representante da Cruz Vermelha, Rosani Paula Moreira.

Na ocasião, Igor, o coordenador ESF de Antônio Pereira, proferiu uma palestra com o tema “Quem cuida da mente, cuida da vida”, que visa levar conhecimento sobre saúde mental e os métodos de tratamentos na atualidade, uma iniciativa integra as ações da campanha Janeiro Branco. Segundo Igor, os resultados do encontro foram bastante positivos. “Conseguimos ver que a saúde mental da população brasileira está cada vez mais doente, com uma rotina corrida, estresse, sobrecarga de trabalho e tudo o que passamos no cotidiano, e todos precisamos de uma atenção especial”, disse o coordenador. Ele destacou também a importância da população buscar orientações junto aos especialistas de saúde, e não nas plataformas de pesquisa e redes sociais, que nem sempre repassam informações confiáveis: “Na unidade de saúde existem profissionais capacitados, empenhados em promover cuidados e conhecimento”.

No município, as pessoas que necessitam de atendimento psicológico podem buscar o Programa da Saúde da Família (PSF) de referência e solicitar ao clínico geral o encaminhamento ao psicólogo. Em Antônio Pereira, há também o atendimento com o psiquiatra nas segundas-feiras. Já o Centro de Valorização da Vida (CVC), entidade que atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atende todas as pessoas que precisam conversar, 24h pelo telefone 188.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de acordo com os dados de 2019 divulgados em 2022, o diagnóstico de transtornos mentais afeta cerca de um bilhão de pessoas no mundo, incluindo 14% dos adolescentes.

 


Texto: Juliana Rodrigues


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