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​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima primeira reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 08 de outubro de 2025.

Aos oito dias do mês de outubro de dois mil e vinte e cinco, às 10h00 (dez horas), de forma presencial na Casa do Folclore, foi realizada a décima primeira reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros e participantes: Douglas Aparecido da Silva, presidente do CMPC; Rodrigo Paiva Sales; Thomasin Tonks Ferigati; Ana Paula Mendes; além da presença de Artur, conselheiro suplente de Maria do Carmo Ferreira de Souza, nesta representando o Secretário Municipal de Cultura Flávio Lemes da Silva Malta; Ana Júlia Gonçalves (Agente Territorial de Cultura, representante do Comitê de Cultura – MINC). Iniciando os trabalhos, o presidente Douglas Aparecido da Silva constatou a ausência do secretário do conselho Hudson Augusto Silva, que se encontra em período de férias. Seguindo o regimento interno, o presidente designou a conselheira Ana Paula Mendes para secretariar a reunião. Em seguida, foi apresentada a pauta do dia. O presidente Douglas fez um apanhado das últimas reuniões, nas quais foi tratado o Plano Municipal de Cultura (PMC). A participante Ana Júlia Gonçalves, representante do Comitê de Cultura (MINC), se apresentou, informando que veio participar e conhecer o funcionamento do conselho. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigati comunicou que fará formalmente a solicitação de troca da suplência do representante da OCA, indicando como novo suplente Felipe Alexandre de Maraes. O presidente Douglas fez uma contextualização dos acontecimentos do ano e da gestão da mesa diretora, ressaltando que o hiato de atuação do conselho em anos anteriores exigiu um processo de reorganização estrutural pela atual gestão, culminando na retomada das atividades e na aprovação do Plano Municipal de Cultura. Relembrou ainda que o Secretário Municipal de Cultura foi convidado diversas vezes, tendo comparecido apenas uma vez, e de forma tardia, prejudicando o andamento dos trabalhos. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigati destacou que o princípio do trabalho do conselho é o Plano Municipal de Cultura, e que até o momento não há acesso ao PPA e ao Fundo Municipal de Cultura. Reforçou que o plano precisa ser respeitado e que o CMPC é um órgão deliberativo, devendo suas deliberações serem cumpridas pela Secretaria de Cultura. Neste momento, o conselheiro Arthur, representante da Secretaria de Cultura, chegou à reunião, justificando a ausência do secretário, informando que o mesmo estava presidindo uma reunião extraordinária do Conselho de Patrimônio. O presidente Douglas o atualizou sobre os assuntos já discutidos, ressaltando que, conforme orientações da Casa dos Conselhos, a aprovação do Plano Municipal de Cultura pelo Prefeito garante a soberania do CMPC. Também reforçou a importância da presença do secretário neste momento, já que na próxima reunião ocorrerá a troca da mesa diretora. O conselheiro Artur explicou que sua função é administrativa junto às Casas de Cultura e informou que o secretário pretende indicar uma pessoa para acompanhar o conselho. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigati considerou incoerente o secretário presidir o Conselho de Patrimônio e não participar das reuniões do Conselho de Cultura, afirmando que isso reforça a percepção de que “a cultura é prostituta do turismo”. Propôs, então, a elaboração de uma moção de repúdio ao Secretário Municipal de Cultura. O conselheiro Rodrigo Almeida Suñer pontuou que o conselho vem sendo sistematicamente ignorado e que a situação é passível de acionar o Ministério Público. Destacou que o CMPC não deseja judicializar o caso, mas não há outra alternativa diante da falta de diálogo. O presidente Douglas reforçou o hiato histórico de funcionamento do conselho e a ausência de referência institucional na área cultural, o que tem atrasado os processos. O conselheiro Rodrigo Almeida Suñer observou que é impossível a realização da reunião na Câmara Municipal sem acesso à prestação de contas e que “as pontes não podem ser unilaterais”. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigeti questionou Artur sobre quais ações estão sendo executadas em relação ao Plano Municipal de Cultura, afirmando que as Casas de Cultura carecem de estrutura básica e que é a sociedade civil quem vem sustentando as ações culturais. O representante do secretário, Artur respondeu que os conselheiros Rodrigo Paiva e Maria do Carmo (Carminha), como representantes da Secretaria, deveriam repassar essas informações ao conselho. Disse ainda que o plano foi aprovado às pressas e contém redundâncias, mas concordou sobre a necessidade de maior aproximação entre a Secretaria e o CMPC, sugerindo uma reunião extraordinária. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigati respondeu que não cabe mais reunião extraordinária para participação do secretario e que o plano é de autoria do conselho, devendo ser executado pela Secretaria, conforme previsto em lei. O presidente Douglas destacou a necessidade de definir encaminhamentos e frisou que ou o conselho e a secretaria entram em acordo ou haverá divergência formal. O conselheiro Rodrigo Almeida Sumer reforçou que o CMPC é composto por representantes da sociedade civil e instituições culturais que cobram respostas e que as Casas de Cultura carecem de equipamentos básicos. O suplente Felipe relatou que a Casa de Cultura da Piedade encontra-se em más condições, com restos de obras e falta de materiais essenciais. Artur afirmou que os materiais são enviados regularmente e que não há registro de reclamações. O conselheiro Thomasin Tonks Ferigati finalizou dizendo que o conselho não pode mais adotar uma postura pacífica, pois o descumprimento das deliberações é ilegal e desrespeitoso com a cultura ouro-pretana. O conselheiro Rodrigo Almeida Suñer complementou dizendo que o diálogo já foi tentado diversas vezes e que o secretário precisa cumprir seu papel institucional. O suplente da OCA reforçou a necessidade de mudança de postura do secretário, alertando para o risco de conflito político. Após ampla discussão, foram deliberados e aprovados por unanimidade os seguintes encaminhamentos: 1) Elaboração de Moção de Repúdio ao Secretário Municipal de Cultura, a ser lida na Câmara Municipal de Ouro Preto; 2) Ação junto ao Ministério Público. Informes: O conselheiro Rodrigo Sales atualizou as informações sobre os editais da Política Nacional Aldir Blanc e Paulo Gustavo, informando que os recursos da PNAB chegarão aos cofres municipais em outubro e que os editais poderão ser lançados a partir de novembro. Encaminhando para o encerramento, o presidente Douglas Aparecido da Silva comunicou que na próxima reunião será realizada a votação da nova mesa diretora, agradeceu a oportunidade de presidir o conselho e destacou que o ciclo se encerra com maior compreensão sobre o funcionamento do CMPC, afirmando que “os passos são lentos, mas firmes”. Nada mais havendo a tratar, o presidente Douglas Aparecido da Silva deu por encerrada a reunião às 11h15 (onze horas e quinze minutos), e eu, Ana Paula Mendes, secretariei esta ata, que será assinada por mim e pelos (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 08 de outubro de 2025.
Douglas Aparecido da Silva
Alcindo Alves Filho
Rodrigo Paiva Sales

Rodrigo Suñer

Thomasin Tonks Ferigati
Ana Paula Mendes
Felipe Alexandre de Moraes

Ricardo Maia

Arthur Ramos Carneiro


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima quarta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 14 de janeiro de 2026.

Aos quatorze dias do mês de janeiro de dois mil e vinte e seis às 09h33 horas, foi realizada a décima quarta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estavam presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental, Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Alcindo Alves Filho, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO); Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Flávio Lemes da Silva Malta, Secretário Municipal de Cultura e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h43, com o presidente Arthur saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 7 conselheiros titulares, e 1 suplente além do secretário de Cultura. A reunião teve Início às 9h43. Com o presidente Arthur informando que a aprovação das atas das reuniões anteriores que estão disponíveis no drive, serão aprovadas na próxima reunião. Em seguida, fez a leitura da pauta: Editais. O Presidente Arthur citou os três editais a serem lançados: Fundo de Cultura, Ocupação Casas de Cultura e Casa da Ópera. Arthur levantou a possibilidade de fazer um cadastro de pareceristas, mas informou que esse processo é demorado. A idéia para tornar a execução dos editais mais rápida é lançar o edital do FUNCULT no primeiro semestre e fazer o pagamento o mais breve, usando para isso o formato de contratação de pareceristas. O conselheiro Rodrigo Sales acha que é melhor fechar todos os editais com a empresa de pareceristas e concomitantemente o cadastro de pareceristas já vai sendo feito. Segundo Rodrigo, é melhor lançar um edital de cada vez para não confundir e lembrou que o processo de contratação de pareceristas é demorado, principalmente o pagamento. Então o ideal é contratar e empresa de pareceristas para os 5 editais, lembrando que o recurso para pagar os pareceristas não sai do fundo. Douglas perguntou se já existe um cronograma. Rodrigo Sales informou que a LAB tem um cronograma, mas depende do governo federal repassar o dinheiro. O 1º edital da Aldir Blanc abre dia 02 de fevereiro e fecha dia 07 de abril. O governo prometeu pagar em janeiro. A ideia é lançar o edital antes do carnaval e fechar depois da semana santa, mas tudo depende do governo federal e do jurídico da prefeitura. Em março, seria feita uma capacitação para os editais. Arthur explicou que a questão do cronograma depende da empresa. Rodrigo Sales explicou que para fechar com a empresa, tem que ser um só objeto, ou seja, fechar todos os editais ao mesmo tempo. Lindoberg informou que as empresas de pareceristas copiam e colam os editais federais e também não explicam quem são os pareceristas. Rodrigo Sales sugere que a empresa use uma linguagem mais clara e acessível, e fale sobre os pareceristas, e também exija qualificação dos pareceristas. Thomasin lembrou que quem participa do conselho não participa de todos os editais, também falou sobre as reuniões que vão acontecer com a Vale e com o Itaú e que vai sugerir que as empresas se reúnam com o conselho em reunião extraordinária. Disse também que vai sugeri que façam um repasse para o fundo e que façam capacitação. Arthur explicou que o ideal é 1º o edital da LAB e depois o edital do fundo. Thomasin sugeriu uma reunião para falar sobre os editais passados fazendo oitivas e um diagnóstico. Douglas explicou que a oitiva do fundo é diferente da oitiva da LAB. Encaminhamento: Oficiar a empresa de pareceristas para participar da próxima reunião do conselho. Thomasin sugeriu que seja feito um plano de ação anual para o conselho para 2027 e que essa conversa pode começar em fevereiro. Comissão de acompanhamento: Thomasin informou que sua experiência em conselhos participando de avaliações é acompanhar as ações da empresa e questionou qual seria a função dessa comissão. Douglas informou que a comissão fiscaliza os pareceres. Rodrigo Suner sugeriu abrir uma capacitação e estabelecer critérios de pontuação, e que temos que ter uma política permanente de contratação de pareceristas e que as avaliações têm que ser isonômicas com métricas e índices. Thomasin disse que o conselho participa dos pareceres ,pois precisa avaliar os impactos, controle social mais forte. Flávio informou que o controle tem que ser feito no início dos processos, e que pode destacar um servidor para olhar essa questão assim como prestação de contas e outras funções. Douglas deu o exemplo da plataforma sementes que tutela e acompanha o processo. Thomasin informou que o conselho não faz a produção cultural, faz o monitoramento e a avaliação. Douglas sugeriu a C+, mas Thomasin não concordou. Arthur sugeriu que o tema da formação de comissão do conselho seja discutido na próxima reunião. Informes: Douglas falou sobre o intercâmbio e conexões relacionadas ao Reinado 2026 e sobre os registros feitos pela OCA sobre o fazer cultural. Lindoberg informou que o trabalho feito pela OCA foi uma produção muito potente, fazendo a comunidade participar. A oficina de Maracatu foi muito boa e diversificada, que foi muito bonita a festa, onde participara 35 Guardas de Congo e mais 3 grupos. A ideia com esse sucesso é trazer mais grupos de Pernambuco e promover a participação efetiva da comunidade ouropretana no evento. Thomasin informo sobre políticas LGBT, de projetos intersetoriais. Trazer essas demandas para o conselho e para o município, como processo de criação da cultura. Sem mais a ser tratado o presidente Arthur deu a reunião por encerrada às 10h37 e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 14 de Janeiro de 2026.

Arthur Ramos Carneiro

Rodrigo Paiva Sales

Rodrigo Suner

Thomasin Tonks Ferigati

Sebastião Lindoberg S. Campos

Douglas Aparecido da Silva

Ana Paula Mendes

Alcindo Alves Filho

Flávio Lemes Malta

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima quinta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 05 de fevereiro de 2026.

Aos cinco dias do mês de fevereiro de dois mil e vinte e seis às 10h00 horas, foi realizada a 15ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa do Folclore. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estavam presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA, Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA; Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Solange Sabino Palazzi, membro titular, representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Raquel Braz Leite, membro titular representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Maria Luiza Givisiez Rodrigues, representante da empresa de pareceristas, Thaynã Fernandes Araújo Paes, representante da empresa de pareceristas e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. O presidente Arthur: abriu a reunião e pediu para a empresa se apresentar de pareceristas se apresentar. Maria Luiza apresentou a empresa, os sócios, sua experiência e falou também sobre a assessoria prestada em Ouro Preto na LAB e PNAB. Informou também que participa dos Conselhos Estadual e Nacional de Cultura. Arthur falou sobre o edital Funcult que será lançado no primeiro semestre. A conselheira Solange falou sobre o Marco Regulatório da Cultura e a dificuldade de prestar contas nos editais. A conselheira Thomasin falou sobre a base construída para trabalhar melhor. O representante da empresa de pareceristas Thaynã mencionou que o edital precisa ser menos burocrático, mas que o mesmo problema ocorre no edital do Estado. A conselheira Raquel defendeu que o edital seja baseado no Marco Regulatório de Fomento a Cultura, seguindo os instrumentos do Marco. O conselheiro Lindoberg perguntou se a empresa vai trabalhar o edital do Fundo e o PNAB. Thaynã: respondeu que sim, e que está em negociação. Thomasin: sugeriu como critério para aprovar o remanejo cultural e um edital de captação, e não de repasse. Um fundo de repasse e outro de captação. Thaynã perguntou se a lei municipal permite a participação do Conselho para dar fluidez. Thomassin respondeu que não. A conselheira Solange perguntou o valor destinado ao Funcult. Arthur: respondeu que o valor é de R$ 600 mil. Arthur sugeriu chamar a Procuradoria e a Controladoria para apresentar os editais e discutir o Marco Regulatório. Rodrigo Suner reforçou que é preciso fazer o edital. Solange destacou a existência de muita burocracia. Thaynã sugeriu fazer um exercício e complementar o fundo e PNAB; apontou que faltou um projeto mais robusto, com maior verba, para suprir lacunas. Maria Luiza sugeriu projetos de R$ 50 mil coletivo pessoa física e R$ 100 mil pessoa jurídica. Thomasin falou sobre recortes nos editais, parte orçamentária, problema de remanejo e rubrica, ainda vai ser tão recortada. Raquel opinou que é melhor aprovar valores maiores do que valores menores recortados, valor maior e menos ações. Thomasin acha que temos que garantir um impacto maior. O vice-presidente Douglas opinou que temos que garantir a PNAB e o Fundo no 1º e 2º semestre, para alcançar mais grupos. Thomasin destacou que dinheiro público tem que gerar impacto social. Rodrigo Suner sugeriu juntar PNAB e Fundo municipal. Maria Luiza informou sobre as categorias de execução, premiação e fomento. 40 vagas de R$ 4,6 mil (Ponto de Cultura).14 vagas de R$ 14 mil. 20 vagas de R$ 10 mil (fomento). Douglas perguntou sobre o cronograma, e quando seria lançado o edital do Fundo. Thaynã informou que será 1º semestre, primeiro o Fundo e depois o PNAB. Raquel opinou que temos que garantir o cronograma. Rodrigo opinou que temos que entregar o edital funcionando. Thomasin informou que temos que deixar como legado a execução do edital. Arthur informou que o maior o problema é a parte jurídica. Solange informou que o processo já fica travado na própria Secretaria, antes de chegar ao jurídico. Thaynã informou que temos que sair com o indicativo dos valores. Thomassin informou que na PNAB há regulamentação para pessoas LGBT. Thaynã informou que não tem, mas o município pode fazer. Maria Luiza informou que dá para incluir no edital, com o Conselho indicando como critério de pontuação. Lindoberg considera melhor ter 3 pareceristas, podendo chegar a 5, para garantir equilíbrio na análise do Fundo. Thaynã explicou que o 3º parecerista é chamado apenas quando há discrepância de notas. Arthur sugeriu enviar os 3 editais como parâmetro (Fundo, PNAB) e também sugeriu apresentar esses textos na Procuradoria. Douglas defendeu dar suporte à organização. Thomasin sugeriu realizar um seminário para ouvir a população. Raquel disse que só deve ser acordado após alinhamento com a Secretaria, e que tem receio com a falta do cronograma. Thaynã alertou que o texto não pode ser acessado se houver concorrência, conforme o Marco Regulatório. Maria Luiza informou que o repasse do MINC atrasou e por isso lançar o edital do fundo sem seguir a lei de licitação, e sim o marco regulatório. Arthur informou que essa questão precisa ser apresentado ao jurídico. Maria Luiza informou que o decreto já está pronto. Thomasin sugeriu uma reunião extraordinária com todos os setores do jurídico. Raquel informou que os problemas são mais operacionais do que jurídicos, sendo uma questão política; o secretário pode ajudar. Solange informou que levar o documento pronto, já que existe legislação nacional, e o processo pode avançar. A Câmara poderia aprovar a legislação municipal, agilizando o documento. Também observou que ONGs e empresas maiores estão tomando o lugar dos pequenos; defendeu ensinar os grupos menores a ter acesso aos recursos. Thaynã sugeriu pensar em valores voltados para coletivos e CPF, alertando que valores altos podem comprometer. Solange: disse que o ideal seria lançar dois editais. Arthur: perguntou a Tainã quanto tempo seria necessário para ter uma minuta do edital. Maria Luiza informou que rápido, pois o edital é simplificado. Raquel sugeriu trabalhar pelo Marco, mesmo que seja um pouco mais restrito. Douglas sugeriu realizar capacitação, via rubrica própria ou empresa de pareceristas. Thaynã alertou que pode demorar por questões internas. Rodrigo Suner destacou a necessidade de regulamentar e normatizar, para desembaraçar toda a cadeia e destravar processos. Encaminhamentos: Arthur sugeriu Marcar próxima reunião com o jurídico. Lindoberg perguntou se será criada uma comissão interna. Thaynã sugeriu estabelecer critérios e normas para projetos; executados com gratuidade. Arthur sugeriu criar uma Comissão Edital/Decreto, composta por Arthur, Thomasin, Rodrigo e Raquel. Arthur sugeriu uma reunião on-line com Silvana da Casa dos conselhos quinta-feira à tarde (12/02).Sem mais a ser tratado o presidente Arthur deu a reunião por encerrada às 11h45 e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 05 de fevereiro de 2026.

Rodrigo Suñer

Thomasin Tonks Ferigati

Raquel Braz Leite

Douglas Aparecido da Silva

Arthur Ramos Carneiro

Solange Sabino Palazzi

Sebastião Lindoberg

Maria Luiza Givisiez Rodrigues

Thaynã Fernandes Araújo Paes

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 01 de outubro de 2025.

Ao primeiro dia do mês de outubro de dois mil e vinte e cinco, às 19 horas, de forma online, por meio da plataforma Google Meet, foi realizada a décima reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024–2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros e participantes: Thomasin Tonks Ferigati, Rodrigo Paiva Sales, Sebastião Lindoberg da Silva Campos, Douglas Aparecido da Silva, Rodrigo Suñer, Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha).Havendo quórum regimental, o presidente Douglas Aparecido da Silva deu início aos trabalhos, apresentando a pauta do dia, composta pelos seguintes pontos:

  1. Fomento de Entidades e Agentes Culturais;

  2. Programa de Descentralização e Manejo Cultural;

  3. Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais;

  4. Centro de Atenção à Cultura (CAC).

Dando início ao primeiro ponto de pauta, Fomento de Entidades e Agentes Culturais, os conselheiros debateram a necessidade de fortalecimento das políticas públicas de fomento no âmbito municipal, ressaltando a importância de critérios objetivos, transparência nos processos e equidade na distribuição dos recursos. Foi destacado que os instrumentos de fomento devem contemplar a diversidade de linguagens culturais, territórios e agentes, com especial atenção às iniciativas desenvolvidas em bairros periféricos, distritos e comunidades tradicionais. No segundo ponto, referente ao Programa de Descentralização e Manejo Cultural, os participantes discutiram a necessidade de implementação de uma política estruturada de descentralização das ações culturais no município. Ressaltou-se que o manejo cultural deve considerar as especificidades territoriais, sociais e simbólicas de cada localidade, sendo fundamental a escuta das comunidades e a construção participativa das ações, evitando práticas centralizadoras. Em seguida, foi debatido o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, entendido como instrumento estratégico para subsidiar o planejamento, a execução e a avaliação das políticas culturais. Os conselheiros destacaram a importância da produção e sistematização de dados culturais, bem como da integração desse sistema a bases de dados existentes, garantindo transparência, acesso público às informações e participação do CMPC na definição dos indicadores. No quarto ponto de pauta, tratou-se do Centro de Atenção à Cultura (CAC), concebido como um espaço de orientação, acolhimento e suporte técnico aos agentes culturais e entidades do município. Foi ressaltado que o CAC pode desempenhar papel fundamental no apoio à elaboração de projetos, orientação sobre editais, prestação de contas e processos formativos, contribuindo para a democratização do acesso às políticas culturais. Após os debates, foram definidos os seguintes encaminhamentos, aprovados pelos conselheiros presentes:

  1. Preparação de dois ofícios institucionais, a serem encaminhados à Sra. Silvana, com cópia para a Secretaria de Governança, Gabinete do Prefeito e Casa dos Conselhos, sendo:

    • Ofício 1 solicitando o envio do Plano de Cultura e do Planejamento Anual da política cultural do município;

    • Ofício 2 solicitando a integração das ações debatidas e deliberadas pelo CMPC no Plano Plurianual (PPA) do município.

Nada mais havendo a tratar, o presidente Douglas Aparecido da Silva deu por encerrada a reunião às 20h30 horas. Eu, Sebastião Lindoberg da Silva Campos, secretariei a presente ata, que após lida e aprovada, será assinada pelos(as) conselheiros(as) presentes.

Ouro Preto, 01 de outubro de 2025.

Douglas Aparecido da Silva

Maria do Carmo Ferreira de Souza

Rodrigo Paiva Sales

Rodrigo Suñer

Thomasin Tonks Ferigati

Sebastião Lindoberg da Silva Campos

​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima segunda reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 12 de novembro de 2025.

Aos doze dias do mês de novembro de dois mil e vinte e cinco as 09h47, foi realizada a nona reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Douglas Aparecido da Silva. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP, Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Arthur Ramos Carneiro, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Solange Sabino Palazzi, membro titular, representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Gabriela de Lima Gomes, membro suplente, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Kedison Geraldo Ferreira Guimarães, membro suplente, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Gabriela Lopes de Moura, membro suplente representante da FAOP; Anderson José Rolla, Gerente De Cultura, Flávio Lemes Malta, Secretário de Cultura e Turismo; Felipe A. Morais, representante da sociedade civil; Lucas B.L. Cordeiro, representante da sociedade civil; Fábio de Pádua, representante da sociedade civil; Gabriela Matos Mendes dos Reis, representante da sociedade civil; Samuel Camilo Gonçalves, representante da sociedade civil; Gustavo Ferreira, representante da sociedade civil; Rejane Guimarães Costa, representante da sociedade civil; Cristiano Walter Rocha, representante da sociedade civil; Danilo Araújo Moreira, representante da sociedade civil; Felipe Henrique X. da Silva, representante da sociedade civil; João Paulo Avelar Rodrigues, representante da sociedade civil; Tânia Rezende, representante da sociedade civil; Kathlen Letícia Fernandes Bandeira, representante da sociedade civil; Jaqueline Lourenço representante da sociedade civil; Marcelino Xibil, Samuel, Diretor de Contratos prefeitura, representante da sociedade civil; Hudson Augusto Silva, secretário-executivo CMPC. A reunião teve Início às 9h47 pelo presidente Douglas que conferiu o quórum que conta com 7 conselheiros titulares, 2 conselheiros suplentes e 15 membros da Sociedade civil. O presidente Douglas leu a pauta da reunião: Prestações de contas Flávio – Cultura 2026 - Alternância da presidência. Douglas fez uma retrospectiva e reflexão sobre 1 ano que esteve na presidência do conselho. Houve esvaziamento da pasta da cultura. Foram feitas retomadas de conversas, cultura mais turismo, organização do conselho, fundo de cultura, organização regimento interno, entender políticas culturais, estreitamento das relações com a Secretaria de Cultura, prestação de contas não foi satisfatória, pensar no futuro da cultura, pensar a cultura para que ela exista, função do conselho. O conselheiro Arthur falou sobre a prestação de contas 2024/2025, equipamentos culturais – todas 2024, situação dos equipamentos culturais administrados pela Secretaria de Cultura e Turismo, valores administrativos, repasses, obras e laudos, despesas culturais, Leis de incentivo, Edital 004/2023 – Paulo Gustavo, Edital 005/2023 – Paulo Gustavo, Edital 15/2024 (Aldir Blanc), Edital 16/2024 (Aldir Blanc), Edital 17/2024 (Aldir Blanc), FUNPATRI 2025 – Situação e Planejamento, situação dos equipamentos culturais administrados pela Secretaria de Cultura, obras e laudos, repasses, despesas culturais, editais e fundo. Douglas pediu aos conselheiros para se manifestarem. Thomasin pediu para o secretário falar ao invés de discussão sobre prestação de contas. O Secretário Flávio informou que foi feito mapeamento de sítios arqueológicos, projeto integrador – FAOP, Morro da Queimada – já desapropriado (salvaguardar), Instituir uma pesquisa, cercamento, estruturar com recursos da Secretaria e recursos do Fundo de Patrimônio, estudo, pesquisa e obras, discussão sobre a Casa de Cultura Negra e Políticas Culturais. Thomasin perguntou sobre os gastos da Casa de Cultura Negra. O que é cultura para a secretaria? O conselheiro Kedson explicou sobre a rotatividade de atividades e grupos na Casa de Cultura Negra e que quando tem alguma falta de reposição é pontual. Explicou que também teve doação de material por outra instituição. Flávio explicou que a Casa de Cultura Negra atende além do que foi pensado inicialmente, pois é usada por vários grupos e que ela precisa ser ampliada. Kedson explicou que as ações podem ser negociadas com o conselho. O Secretário Flávio informou que a secretaria fomenta a cultura, que grupos de Culturas imateriais evidenciam a cultura e que Ouro Preto tem um lado que é deficitário. Nas áreas periféricas, um coletivo tem que promover a cultura e que o conselho deve discutir onde estão as deficiências e que o Fundo de Cultura dá o fomento. Thomasin informou que temos que entender a cultura de Ouro Preto; Flávio informou que não acessamos determinados grupos por não estarem documentalmente organizados e isso impede a organização; Rodrigo Suñer falou sobre o marco regulatório de cultura. Flávio informou que a Câmara técnica de BH se propôs a explicar. O que é feito é pela Comissão Ouropretana de Folclore, que representa esses grupos. Informou também que o Ministério da Cultura disponibilizou uma servidora para discutir e ajudar e que precisamos treinar e capacitar novos profissionais do jurídico para facilitar os trâmites burocráticos. Flávio explicou que em 2025 foi feito o credenciamento de bandas para suprir necessidades com o objetivo de acabar com a politicagem, tirando a política e diminuindo os gastos, facilitar o acesso aos agentes culturais e que o próximo passo é aperfeiçoar a plataforma. Thomassin perguntou qual o fomento. Alguns membros da sociedade civil questionaram sobre a dificuldade no credenciamento, que é muito agarrado para concluir e que não saiu pagamento até hoje. Samuel – diretor de contratos) informou que a Prefeitura faz o uso da plataforma específica para fazer cadastro. Tem que saber quem são as bandas e que é complicado fazer o cadastro. Novidade e ponto negativo: a plataforma não permite receber em caso de erro. A plataforma não foi eficaz ao pagamento. O processo está em andamento para pagamento. O gerente de cultura Wanderson explicou que as plataformas são obrigatórias para licitação. Tudo por lei da licitação. Os projetos tem que ser por plataforma. Flávio explicou que tem que ser feitas mudanças, pois a plataforma não foi eficaz. Sobre o Marco regulatório Thomasin falou sobre capacitação. Rodrigo Suner falou sobre a necessidade de acelerar implantação do marco regulatório. Flávio explicou que existe um legado que é um projeto integrador com a UFOP, onde aconteciam cursos livres. Falou também sobre as Escolas municipais de artes e ofícios, sobre cursos livres de teatro, Casa da Ópera, UFOP/IFMG – além dos cursos tradicionais, renda Marafunda, grupos (FAOP). Explicou que temos recursos garantidos. Thomasin questionou além da UFOP, quem dará os cursos? Flávio explicou que a UFOP vai conduzir.Thomasin questionou quais são as ações e disse que a UFOP é de passagem. Eles olham para Ouro Preto como as mineradoras. Os cursos livres ruins, com pessoas de fora. Teria que ter a possibilidade de agentes culturais de Ouro Preto terem acesso. Falou da cultura elitista que vem da UFOP, que Ouro Preto é um lugar de passagem, da politica de subvenção e que tudo beneficia quem já teve oportunidade de arte e que poucos compreendem o social. Concluiu dizendo que legado não é aprendizado, e sim sobrevivência. Douglas disse que Ouro Preto discute a cultura nacional, processo de embrutecimento. Temos que conhecer nossa realidade. Não existe Ouro Preto sem artista. Todos precisam ter conhecimento, informação, pois sobrevivemos disso. Estamos na luta. Muitos enriqueceram com cultura. É uma cultura que seleciona.

A representante da sociedade civil Kate informou que a gastronomia de Ouro Preto não é valorizada. Que o Festival gastronômico entrou para o calendário, mas não favorece o ouropretano. Não é um festival privado. O Horto dos Contos não tem evento cultural. Tem que ter pessoas não capacitadas para gerirem os festivais. Ouro Preto dá vergonha de trabalhar em restaurante. Ninguém faz nada. O secretário tem que fazer valer a pena. Não podemos aceitar o que está sendo feito com a gastronomia de Ouro Preto. Precisamos agir. O prefeito só valoriza artista grande. Temos que correr atrás de editais. Tem que ser feitas discussões sobre UFOP, Cultura Local e Participação Comunitária. O representante da sociedade civil Marcelino Xibil não concorda com o que foi falado da UFOP, dos cursos livres, e das pessoas que estão atuando. Segundo Marcelino, o que incomoda é o bairrismo. Falar que não tem ninguém da UFOP atuando. O Festival de Inverno tem que ser em conjunto com a UFOP. Um festival gastronômico não pode deixar de acontecer. Temos que sonhar. Quero voltar para o conselho. Concluiu que já foi muito atacado mas está aqui produzindo. A conselheira Gabriela Rangel informou que é Grande o desafio trabalhar na esfera governamental (todas as instâncias). Coisas boas estão acontecendo. Segundo ela, seria boa ideia trazer propostas e projetos que estão pulverizados, compor exemplo, a abertura do Flávio para propostas com escolas, pois as propostas são o 1º passo. Concluiu sugerindo que o conselho traga propostas. Rodrigo Suner falou sobre o estreitamento de relação entre poder público e agentes. Acolher diversas vozes e fortalecer o conselho. Thomasin questiona a base dos cursos livres. Ela não discordo da UFOP, mas acha que ela não é a única ferramenta. Quem acessa os cursos livres é quem se dá bem. Meu olhar é de Ouro Preto, não é da UFOP. Não quero só um teatro em Ouro Preto. A sociedade civil é que não tem esse fomento. Concluiu dizendo que devemos questionar como se pensa a cultura. Jaqueline Lourenço, membro da sociedade civil disse que temos que usar essa força para fazer mudança. É conveniente divulgar como se fosse alguma coisa de Ouro Preto. Concluiu dizendo que É responsabilidade da prefeitura divulgar e que tem que ser feitas reuniões entre UFOP e Conselho para discutir Editais

Gabriela, representante da UFOP) informou que há leituras pessoais sobre a UFOP e convidou a conselheira Thomasin a conhecer a extensão da UFOP. Segundo Gabriela, a visão do Thomasin não é a voz do conselho. Já recebeu subsídios da UFOP, e a lona do circo é da VALE. A terceirização acontece devido à redução de recursos por parte do governo federal.Não podemos replicar erros. Concluiu dizendo que isso é uma visão pessoal e que a Prefeitura tem que dar o poio e que é importante ser mais rigoroso com o que apoia, mas às vezes isso não vale a pena. Temos que ter cuidado com nossa marca. O presidente Douglas disse que estudamos para falar. Não existe cultura sem paixão. A função do conselho é fazer parceria com a prefeitura. Falou sobre retomada do conselho após a aprovação do plano municipal de cultura, sobre seus 12 meses de mandato como presidente e concluiu falando sobra a alternância da Presidência do conselho entre sociedade civil e prefeitura. Arthur se prontificou a assumir a presidência e foi aberta votação. Arthur – Presidente: 6 votos a favor, 1 abstenção. Douglas se propôs a ser o vice-presidente. Douglas – Vice-presidente: 7 votos. Votação unânime. Rodrigo Paiva Sales se prontificou a ser o 1º secretário. Rodrigo Sales – 1º Secretário: 7 votos. Votação Unânime. Thomassin se propôs a ser a segunda secretária – Thomasin 2ª Secretária: 6 votos a favor, 1 abstenção. Douglas passa a presidência. Arthur promete continuidade. Informes: Rodrigo Sales informa que o Edital Aldir Blanc terá o valor de R$ 500 mil

Edital em construção e tem previsão para novembro 2026. Thomasin informa que precisamos pensar em um diálogo com a VALE. Flávio fez um informe sobre os Editais 2026 e Encaminhamentos para a cultura: Fundo – R$ 600.000, Teatro – (sem valor especificado); Ações previstas: Implementação do Sistema Municipal de Cultura – R$ 100.000, previsão de captação cultural – agentes culturais, Descentralização da cultura, Centro de Atenção à Cultura. Sem mais a ser tratado o presidente Douglas deu a reunião por encerrada às 11h47 minuto e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 12 de novembro de 2025.

Douglas Aparecido da Silva

Rodrigo Paiva Sales

Flávio Malta

Arthur Ramos Carneiro

Felipe A. Morais

Lucas B.L. Cordeiro

Fábio de Pádua

Solange Palazzi

Rodrigo Almeida Suñer

Gabriela Matos Mendes dos Reis

Gabriela Lopes de Moura Rangel

Samuel Camilo Gonçalves

Gustavo Ferreira

Rejane Guimarães Costa

Gabriela de Lima Gomes

Cristiano Walter Rocha

Danilo Araújo Moreira

Felipe Henrique X. da Silva

Kedison Geraldo Ferreira Guimarães

Wanderson José Rolla

João Paulo Avelar Rodrigues

Tânia Rezende

Thomasin Tonks Ferigati

Kathlen Letícia Fernandes Bandeira

Jaqueline Lourenço

Marcelino Xibil

Samuel

Hudson Augusto Silva


​​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima sétima reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 08 de abril de 2026.

Aos oito dias do mês de abril de dois mil e vinte e seis às 09h53 horas, foi realizada a 17ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estavam presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA, Raquel Braz Leite, membro titular representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Solange Sabino Palazzi, membro titular, representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Alcindo Alves Filho, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO); Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. o presidente Arthur abriu a reunião às 9h53 comentando sobre a reunião anterior que foi muito boa e esclarecedora. Fazendo alguns comentários. A conselheira Thomasin sugere mais conversas para melhor entendimento, pois os diversos setores da prefeitura reclamam não saber dos passos dos editais e comentou também sobre fragilidades da secretaria de cultura. Comentou também sobre o imbróglio do processo, sobre o gestor do contrato, e frisou o conselho como equipamento público na defensiva. Comentou também que a posição do Davi da Procuradoria que mediou a conversa com Amaro e Ana da Controladoria. Segundo Thomasin, somos donos do processo, e que durante as conversas a Ana acabou atrapalhando a linha de pensamento. Essa situação é uma batata quente e no final acaba caindo tudo sobre a sociedade civil, pois é um jogando contra o outro. Concluiu falando sobre a fragilidade da rede, pois acham nós do conselho não sabemos o que estamos falando, E que Eu e Douglas, também representante da OCA passaram por isso. A convidada Ana deve respeito ao nosso espaço. Foi soberba. Comentou que já foi de vários conselhos e não podemos deixar rebaixar. Falaram sobre impostos e isso já está definido nas leis de incentivo e CPF já são isentos de impostos. Precisam se atualizar sobre lei sobre impostos, sobre o parecer da advocacia geral da união. Thomasin também comentou sobre MROSC. Todos os editais devem trazer os pareceres explicando que existe a isenção. Temos que entender como fazer uma minuta de forma a deixar a isenção de impostos. ISSQN, CNPJ e MEI. CFP, parecer da AGU, contraponto em relação ao que a Ana disse. A conselheira Solange Palazzi explanou que se a prefeitura entende prestação de serviços, cobra impostos. Que a legislação tem que passar na Câmara. Que a prefeitura tem que entender que fomento é diferente na prestação de contas. Falta o município isentar de impostos. Thomasin comentou que citam muito MROSC. Solange comentou que em reunião com Controladoria, fazenda e Cultura, veio um documento falando que a prefeitura mudou e mandou novo documento pior que o anterior e concluiu falando que podiam ter permitido o conselho conversar sobre o plano de trabalho com a secretaria de cultura e que fomento não pode pedir contrapartida. Thomasin explicou que o que tem que existir é um monitoramento. Temos que saber o que fazer e como controlar. Temos que ter meta, indicadores e monitoramento. Quem está sendo fomentado tem que fazer. Explicou como fazer o monitoramento e a avaliação. Solange e Thomasin falaram sobre suas formas de entendimento de todas as etapas dos projetos. Metas, indicadores, resultados e monitoramento. Segundo Thomasin, os agentes podem mostrar resultados com monitoramento que executa. Temos que ter capacitação. Não podemos deixar o estado fazer o monitoramento. Temos que fazer o plano de ação para facilitar. MROSC é mais simplificado. Falar o que é válido ou não. Rodrigo Suner comentou sobre ação cultural e contrapartida, AGU e . Gov, que são ações da cultura e que a contrapartida não é obrigatória. Solange sugeriu fazer um documento falando o que queremos e informou que foi feita uma reunião da secretaria, controladoria e procuradoria e não chamaram o conselho. Thomasin lembrou da frase da conselheira Carminha onde reclamaram que o edital chega em cima da hora, e comentou que tem que ser assim. Rodrigo Suner explicou que gostou da proposta do Lucas da procuradoria de criar normas internas, pois aí as secretarias tem que acatar. Sugeriu criar um grupo para conversar com todos para isso poder andar. Thomasin sugeriu propor na lei da cultura do marco regulatório, fazer os 2. Rodrigo Suner lembrou da sugestão dada por Silvana na reunião com a casa dos Conselhos. Thomasin sugeriu já fazer o projeto de lei. A conselheira raquel pediu esclarecimentos sobre as formas de execução, pela AGU ou pelo Marco Regulatório. Thomasin explicou que a forma de entendimento de quem é prestador ou o que o fomento. Raquel questionou quais são as resistências por parte da prefeitura em relação a aceitação ao Marco Regulatório da Cultura. Solange comentou como a cidade de Mariana conseguiu simplificar os processos de trabalho que estão internamente prontos e Ouro preto não. Thomasin explicou que o problema não é nas secretarias e sim na procuradoria e controladoria. Eles barram. Pareceres apresentam o que funciona mais. A Fazenda é mais rápida para fazer pagamentos. A contabilidade também é rápida. O Entendimento que trazem é burrice. Carminha explicou que eles alegam que usam leis ultrapassadas, desinformação. O conselheiro Rodrigo Sales mostrou um grupo com todos os envolvidos, com todos os check-lists desde 2024, início do Marco Regulatório. Thomasin informou que jogam nas costas da secretaria e acusam a secretaria de não terem trabalhado. Raquel explicou que na hora de executar, tem um estranhamento e aí tem que rever tudo. Segundo experiências pessoais com universidades, precisam estudar e ter respaldo jurídico. Tem que ter abertura. Thomasim explicou que o Edital do Fundo de Cultura a secretaria tem que fazer o monitoramento. Colocar nos anexos o MROSC e referenciar o CMPC para dar parecer. O presidente Arthur sugeriu marcar uma reunião com a secretaria de governo. Encaminhamento: Votação para a reunião com a secretaria de Governo no dia 29 de abril de 2026 as 90h30 na casa de Tomás. Todos de acordo. Votação unânime. Solange sugeriu também conversar com o secretário Flávio malta. Raquel lembrou que o gestor tem que estar a par de tudo e exigir o que a lei garante. O Conselheiro Douglas comentou que na cidade de Mariana o secretário de cultura e o prefeito entenderam com o a cultura funciona. Carminha lembrou que nos editais passados foram feitas observações sobre que é responsável caso algo não dê certo. Thomasin explicou que a secretaria já está empenhada e o CMPC tem que participar, lembrando das ferramentas, leis, decreto, marco regulatório, ISSQN, AGU e da necessidade de conversar sempre com a Controladoria e Procuradoria, fazer um plano de ação sobre o Marco regulatório, loas anuais e capacitação, tanto para .GOV quanto para sociedade civil, sempre atento às leis. Raquel sugeriu o CMPC fazer um documento, falando como vamos organizar, relatar experiências para o secretário. Arthur sugeriu conversar com o secretário até sexta feira avisando sobre a movimentação sempre com acompanhamento do CMPC e também com a procuradoria da Câmara municipal. Thomasin também sugeriu conversar com o prefeito. Raquel informou que a representação da câmara se perdeu, com o vereador Renato Zoroastro não tendo assumido a vaga no Conselho. Thomasin sugeriu fazer duplas de trabalho para discutir assuntos como alteração das leis, e financeiros, ficando a dupla Raquel e Thomasin para discutir as leis do fundo, Um segundo grupo com Rodrigo Suner, Solange e Ana Paula, E o plano de Ação ser discutido pelo grupo formado por Rodrigo Sales, Arthur, Carminha e Douglas. Rodrigo Sales comentou sobre a reunião do grupo sobre os editais, as regras para participar fechando os contratos com empresas parceiras e fechando os editais, primeiro o do Fundo Municipal de Cultura e depois o edital da Lei Aldir Blanc. Levar os editais na procuradoria e levar o Marco Regulatório para Davi. Em maio lançar o os editais pela própria secretaria. Informes: Thomasin informou sobre reunião que acontecerá na câmara Municipal dia 16/04/2026 as 18h com o tema Direitos da natureza. Sem mais a ser tratado o presidente Arthur deu a reunião por encerrada às 11h30 e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 08 de abril de 2026.

Arthur Ramos Carneiro

Thomasin Tonks Ferigati

Solange Sabino Palazzi

Raquel Braz Leite

Rodrigo Almeida Suner

Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Ana Paula Mendes

Alcindo Alves Filho

Douglas Aparecido da Silva

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima sexta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 11 de março de 2026.

Aos onze dias do mês de março de dois mil e vinte e seis às 09h50 horas, foi realizada a 16ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estavam presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA, Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Alcindo Alves Filho, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO) e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC.o presidente Arthur abriu a reunião às 9h50 e informou que na última reunião Silvana informou que tudo foi resolvido na segunda-feira sobre o Marco Regulatório. Rodrigo Sales mencionou queda no valor da Lei Aldir Blanc (R$ 549.270,95 ao todo 583.552,40). Fundo de Cultura: dotação orçamentária de R$ 600 ML, articulação com secretário e que o planejamento é fazer uma reunião para definir divisão de valores por categoria, quantidade de projetos, lançar o fundo primeiro. Thomasin destacou que o valor do fundo pode ser chancelado sem ser por edital; falou sobre capacitação do setor de cultura e conselheiros e dispensa de chamamento público. Rodrigo Suñer apontou que na reunião com Silvana foi indicada uma comissão de regulamentação, mas não houve deliberação formal. A reunião se perdeu e foi para outro lado. Foi mais pelo edital. Na reunião com os pareceristas também não foi deliberado. Rodrigo concluiu reforçando que deliberações precisam ser mais formais para evitar perda de tempo. Thomasin observou que nem todos os conselheiros estavam preparados para o debate e que a questão central era a execução do edital. Segundo Thomasin, na reunião com Silvana houve discordância sobre a capacitação para o primeiro setor. Que o Marco Regulatório é o primeiro desafio desde 2024; Falou da necessidade de aprender e compreender para acrescentar ao debate. Fez uma observação sobre a atuação que deve estar dentro do marco regulatório, que precisa ser implementado e concluiu que a Procuradoria e Controladoria são apontadas como entraves e que a questão é a execução do edital. A conselheira Carminha informou que o edital sai pela Procuradoria, e que estavam entendendo como convênio e que eles orientaram fazer o edital pela Secretaria. Se for por convênio, a prestação de contas é dificultada.Thomasin informou que quem tem que assinar é a Procuradoria, que vai tratar como convênio, mostrando que o marco regulatório não está funcionando. Carminha informou que a readequação tem que ser analisada e o gestor assina. Tomassin informou que quem autoriza é a Procuradoria; se demora, todos são prejudicados. Rodrigo Suner informou que acaba tendo dupla interpretação entre Marco Regulatório e MROSC. Encaminhamento: Marcar reunião dia 1º de abril, às 9h30, com Procuradoria, Controladoria, Secretaria de fazenda juntamente com setor de Compras (DACAD) e Contabilidade. Foi feita votação e a aprovação foi por decisão unânime. Arthur falou sobre a Comissão do edital. Rodrigo do Suner sugeriu baixar mais o valor. Thomasin propôs R$ 100 mil distribuídos em 6 editais. Deliberação sobre valor de edital. Rodrigo Suñer destacou que projetos de menor valor tendem a ter maior controle. Thomasin defendeu prazo maior de execução para projetos de maior valor. Rodrigo Suñer pediu mais cautela de todos na retomada do fundo. Após deliberação: Como o fundo está sendo resgatado, foi aprovado o valor de 8 editais de R$ 75 mil. Votação unânime. Meta: fundos mais estruturantes. Votação da Comissão de Edital: Rodrigo Suner, Rodrigo Paiva Sales, Arthur Ramos Carneiro, Maria do Carmo Souza (Carminha). Resultado: votação unânime. Arthur falou sobre Capacitação Marco Regulatório para setor cultural de R$ 25 mil (Fora do Fundo). Thomasin sugeriu Miriam Mulher (empresa de capacitação/consultoria). Informes: Thomasin informou sobre o 3º Fórum Direitos sobre Natureza, com trabalhos de ONG Natureza – Nascente Rio das Velhas.Trazer a lei municipal. o Fórum Brasileiro em Ouro Preto terá início de julho e o tema é a Natureza reconhecida como sujeito, com ações culturais e participação de todos os conselhos. Concluiu falando que em 16 de março (segunda-feira), 18h haverá audiência pública na Câmara. Arthur informou que a previsão de data de lançamento do Fundo é em 17 de abril. O Edital da Lei Aldir Blanc tem previsão para 1º de junho e que ser deliberado na próxima reunião do CMPC. Concluiu falando que uma das pautas da próxima reunião (08/04) será as pendências editais passados. Sem mais a ser tratado o presidente Arthur deu a reunião por encerrada às 11h30 e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 11 de março de 2026.

Arthur Ramos Carneiro

Thomasin Tonks Ferigati

Rodrigo Almeida Suner,

Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Ana Paula Mendes

Alcindo Alves Filho

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da décima terceira reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 10 de dezembro de 2025.

Aos dez dias do mês de dezembro de dois mil e vinte e cinco às 09h53 horas, foi realizada a nona reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Raquel Brás Leite, membro titular, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Gabriela Rangel, membro suplente, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Bruno Moraes Regenthal, membro da sociedade civil;

Pedro de Grammont e Souza, membro da sociedade civil; Lucas Barbosa Cardoso Cordeiro, membro da sociedade civil; Maria Virgínia Coronel Palazzi, membro da sociedade civil; Caio Mateus Silva, membro da sociedade civil e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h53, com o presidente Arthur saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes conselheiros titulares, suplentes e membro da sociedade civil. A reunião teve Início às 9h53. Com o presidente lendo a pauta: Editais Municipais. O Presidente Arthur citou os três editais a serem lançados: Fundo de Cultura, Ocupação Casas de Cultura e Casa da Ópera e explicou que será criada uma comissão do conselho para acompanhar os editais e também que vai montar o processo para os três editais. Rodrigo informou que entrou em contato com empresa para trabalhar nos editais, pareceres e formatações e que fará cotação com outras empresas. Também informou que contratos até R$ 50 mil tem dispensa de licitação. A mesma empresa contatada e a mesma que fez o edital Aldir. Douglas perguntou se já existe um cronograma. Thomasin propôs que o valor até 50 mil, seja gasto em capacitação do conselho, para que todos consigam ter bases para fazer pareceres. Também sugeriu a criação de comitês provisórios que darão instruções para participantes dos editais. Raquel concorda em definir critérios gerais das comissões e analisar junto com a empresa. Hudson comentou sobre experiência do próprio conselho em fazer os pareceres, opinando que a contratação de empresa para fazer os pareceres deixa os conselheiros livres para participarem dos editais. Lindoberg propôs a criação de um banco de pareceristas e de um edital para capacitar participantes. A análise dos pareceres seria feita pelo banco de pareceristas. Bruno Moraes comentou que nos editas da lei Aldir Blanc, a empresa contratada copiou os editais do estado e que algumas coisas de outros projetos foram ignoradas. Deu o exemplo da cidade de Itabira, onde usaram três pareceristas por área. Thomasin explicou que os recursos devem gerar impacto do controle social para o conselho poder exercer o seu papel. Também explicou que na Casa da Ópera não é acessível para todos, principalmente para pessoas dos distritos. Sugeriu melhor planejamento de editais que tenha maia impacto social e gestão cultural. Concluiu perguntando qual gera mais impacto: sede ou distritos? A contrapartida tem que ser pelo impacto? Tem que constar no edital a visão mais social que a produção. Gabriela Rangel explicou que a análise é uma tarefa complexa e te temos que alinhar isso junto com os pareceristas e participantes dos processos. Bruno Moraes sugeriu uma reunião com pareceristas para discutir o edital. Raquel sugeriu um chamamento para criação de um banco dos pareceristas. Também sugeriu o estabelecimento de critérios em comum para os 3 editais ou critérios para cada edital separado. Também falou da necessidade de um tópico para o proponente onde o mesmo falar sobre o impacto social gerado pelo seu projeto. E concluiu que a comissão acompanha o processo e depois acompanha os pareceres e os editais. Samuel informou que fará esclarecimento sobre editais. Douglas falou em descentralização. Thomasin falou sobre PPA, ver o que está nele, quais os critérios e que o edital já prevê recursos e repasses e perguntou qual será o valor do edital e que esse recurso não pode ser baixo. Concluiu falando em criar plano de ação para 2027 e estudar o que pode ser feito. Raquel sugeriu a criação de um cronograma. Arthur sugeriu marcar uma reunião da empresa com o conselho e que abrindo o orçamento, já contata a empresa;. Thomasin sugeriu a leitura do plano e estabelecer critérios para 2026 e a realização de duas plenárias em janeiro. Raquel perguntou como serão lançados os editais e se serão lançados concomitantemente.

Samuel explicou que será feito um credenciamento e depois deixar cadastro em aberto com o estabelecimento de período de validade para controle. Thomasin questionou sobre a prestação de contas, se será feita pela empresa ou pela comissão, e que tem que ser feitas readequações. Samuel explicou que tudo tem que ser feito em plataforma específica. Thomasin deu o exemple de uma plataforma chamada Sementes e falou sobre planejamento de editais, estratégias encaminhamentos. Raquel falou sobre os editais, sobre as atribuições da prefeitura, sobre as verificações, sobre a plataforma a ser usada para ajudar referendar para que seja feita a prestação de contas. Thomasin opinou que nas readequações, o conselho deve ser consultado, que o lançamento dos 3 editais e a prestação de contas devem ser divididas. Douglas opinou que por serem editais diferentes, dá para serem lançados concomitantemente

Thomasin opinou que temos que pensar que ao lançar o edital tem que ser de forma coerente e que alguns editais não podem ser lançados no início do ano. Rodrigo sugeriu lançar 1 edital por vez, pelas experiências anteriores. Em Ouro Preto, todos são de todas as áreas e dessa forma será melhor para que as pessoas não se percam. Raquel sugeriu que os cronogramas dos editais têm que ser bem estabelecidos e que os 3 editais devem ser lançados de acordo com o calendário de eventos, e que é possível lançar em dezembro o credenciamento de pareceristas. Concluiu dizendo que tem que ser estabelecidos critérios para minuta dos editais e que esses critérios devem ser discutidos juntos e separados. Douglas sugeriu como encaminhamento a contratação de um gestor de editais e definir tudo para não se perder e otimizar o tempo. Thomasin sugeriu como encaminhamento o lançamento do edital para pareceristas em janeiro após a leitura do plano municipal de cultura. A gestão do fundo seria feita pela secretaria, pois lançar não é difícil, mas ter as regras é necessário. Lançar parte escrita em dezembro para que em janeiro os critérios sejam estabelecidos e o planejamento de Editais, parcerias e a cultura municipal. Raquel perguntou se a comissão será criada agora ou depois e Thomasin respondeu que depois do edital. Raquel sugeriu que a secretaria faça o chamamento de parcerias em janeiro. Para isso, ler as minutas, estabelecer critérios, definir cronograma e pediu como encaminhamento lançar até dia 5 e definir critérios para que a comissão tenha até dia 15 para discutir cronograma. Aldir Blanc – Rodrigo explicou que todas as informações estão no site MinC, e que as etapas são transparência, Estado, município, decretos, Fundo de cultura, atas, oitivas dependendo dos tipos de editais, valores, metas, ações. R$ 549 mil dividido para os 3 editais. A mesma empresa construiria o edital com critérios. Estamos aguardando cair o dinheiro para publicar os editais. Rodrigo informou que 15 pontos de cultura foram aprovados em Ouro Preto. 17 pontos entraram e 15 receberam certificados e que a secretaria vai fazer uma programação de entrega. Bruno Moraes falou da experiência e facilidades em ser ponto de cultura. Rodrigo que a participação de pontos de cultura é por premiação. Thomasin explicou que a captação direta e PPA, que é captação para o fundo e que são feitos repasses do segundo setor para o fundo e que uma previsão é necessária para essa negociação. Concluiu sugerindo conversar com a Vale e Itaú Cultural e que a prefeitura tem que fazer esses contatos, o planejamento e a operacionalização do Fundo. Arthur falou sobre a operacionalização do fundo e que serão feitos contato, reuniões com a Vale e informou que não pode ser pelo QDD. Thomasin sugeriu que o plano de ação anual tem que ser feito até junho, para ser usado pelas LOAS em 2027. Sem mais a ser tratado o presidente Arthur deu a reunião por encerrada às 11h39 minuto e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 10 de dezembro de 2025.

Arthur Ramos Carneiro

Rodrigo Paiva Sales

Raquel Leite Braz

Thomasin Tonks Ferigati

Caio Mateus Silva

Sebastião Lindoberg S. Campos

Gabriela Rangel

Douglas Aparecido

Bruno Moraes Regenthal

Pedro de Grammont e Souza

Lucas Barbosa Cardoso Cordeiro

Maria Virgínia Coronel Palazzi

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da nona reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 10 de setembro de 2025.

Aos dez dias do mês de setembro de dois mil e vinte e cinco as 09h50 horas, foi realizada a nona reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa do Folclore. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Douglas Aparecido da Silva. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Raquel Brás Leite, membro titular, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Solange Sabino Palazzi, membro titular, representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Marcílio Luiz Bretas, membro da Sociedade civil, representante da Sociedade Musical União Social (Banda União Social de Cachoeira); Sebastião Evásio Bonifácio, membro da sociedade civil, representante da Associação Cachoeirense de Integração e Comunicação (Rádio Sideral FM), Arthur Ramos Carneiro, membro suplente, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Flávio Lemes da Silva Malta, Secretário Municipal de Cultura e Turismo e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h50, com o presidente Douglas saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes conselheiros titulares, suplentes e membro da sociedade civil. O Presidente Douglas fez a leitura das atas das reuniões anteriores que foram aprovadas e lembro que as atas estão no drive do CMPC. Douglas explanou sobre os pedidos de registro no CMPC feitos pela Banda Cachoeira e Rádio Sideral. Explicou que demanda é grande, citando a Igreja Batista que foi a última a pedir o registro. Giro debate – Não basta só o título. A entidade tem que atuar. A conselheira Raquel pediu para os representantes das entidades explicarem o porquê do registro e título e perguntou qual é o regulamento para registro e qual a dinâmica de regulamentação dos grupos registrados. Marcílio, representante da Banda de Cachoeira fez a apresentação da entidade e explicou o porquê quer ser registrada. Leu um texto falando do histórico e meio no setor cultural. Também falou sobre a música como instrumento de transformação e inclusão social. Disse que é reconhecida como utilidade pública pelo governo do estado. Pediu apoio para as entidades sobreviverem. Concluiu pedindo para todas as bandas, pois passam por muitas dificuldades. O presidente Douglas falou sobre criar legislação para organizar as instituições que são utilidades públicas. Thomasin informou que Utilidade pública caiu desde 2017, que não pode ser usado para desempate e que os membros das instituições registradas não podem trabalhar com recursos. Thomasin também falou como registrar, e que o registro deve vir antes que haja uma regra clara e explicou que o registro dá acesso a recursos. Rodrigo Sales explicou que o IEPHA e PROPAT não concederam registros para as bandas e que estamos em reformulação, com novo regimento que está sendo feito por uma comissão para análise. Raquel sugeriu suspensão de registros até que haja regulamentação. Carminha trabalha novas orientações e propõe olhar para os grupos, crianças e área de educação. Solange informou que na cultura popular a criança vai com o pai, o avô, fazedores de cultura tem um perfil, e a cultura popular tem outro. Thomasin acha que a cultura popular também vem do fazer socialização, e que o recurso é bom para todos. Isso não é mercantilismo. Todas as pessoas podem receber. Se propôs apresentar o regimento do conselho das crianças. Douglas sugeriu criar uma cartilha para as entidades saberem acessar os recursos (voluntário). Sebastião, representante da Banda Sideral, falou sobre histórico da rádio que tem a missão de divulgar a cultura do município, festas, manifestações, encontros. Mostra a existência da emissora como espaço que pode ser usado por todos. Lembrou dos recursos recebidos da Lei Aldir Blanc e propôs contrapartida em promover algo no setor cultural, atuando principalmente nos distritos, disseminando informação e fazendo um elo. Raquel explicou que a prefeitura tem que ter uma mídia com a lista das instituições que têm o título de utilidade pública. Douglas sugeriu um registro provisório o que foi aprovado por unanimidade. Douglas agradeceu a presença do secretário Flávio. O Secretário informou que para a realização das reuniões do CMPC, será dado apoio à transmissão; equipamento já previsto em regimento. Flávio disse que a cultura está tentando, junto ao STI, transmitir as reuniões dos 3 conselhos sob responsabilidade da secretaria. Ter um canal aberto, e lembrou que a Lei de proteção de dados impõe algumas restrições e que temos que enquadrar as dinâmicas à realidade. Sobre o Fundo de Cultura, Flávio explicou que chegou o extrato e que o conselho não tem acesso ao fundo. Esclareceu ainda que é necessário regulamentar o fundo e que o saldo foi enviado. Sobre o Plano de ocupação das casas de cultura, Ainda sobre o fundo de Cultura, explicou que o recurso está em ficha para realizar edital com o conselho e que o Fundo está dentro do escopo geral da prefeitura. Que existe um processo de compra, fluxo de processos e dificuldade nas leis dos próprios setores da prefeitura. Desde o início dos processos, há dificuldade em entender que a cultura tem outra dinâmica. Aída Sobre a ocupação das Casas de Cultura, Flávio explicou que existe um plano de manutenção física das Casas de Cultura. Alocar todos e fazer as mudanças, ampliação de algumas casas, como a de Cultura Negra, manter atividades em alguns imóveis e receber apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social. Thomasin falou sobre transmissão de informações. CPD, alguns lugares fazem. Que existe uma demora muito grande na Procuradoria e Controladoria, demora que não tem justificativa. Disse que temos que ficar atentos e que esse fluxo acaba atrapalhando e que esse processo tem que ser célere. Temos que ter informações. 90 dias é muito tempo. Sobre as Casas de Cultura, Thomasin explicou que são mais turísticas que culturais e que precisamos entender o papel cultural das casas. A cultura está com o olhar mais voltado para o turismo. A manutenção vai demorar. A atual LOA não vai dar tempo. O conselho tem sua linha e tempo de atuação. As casas têm que ter papel, atuação real na cultura. Sugeriu passar as casas para o 3º setor e sugeriu reflexão sobre o papel das casas para a sociedade civil. O conselheiro Arthur explicou que as casas de Cultura precisam de manutenção e que todas têm suas atuações, via funcionários ou com parcerias externas. Citou as ações, oficinas, cursos que existem em cada casa e que em caso de obras, as atividades serão realocadas para não descontinuar as ações. Flávio sugeriu a realização de um Censo com mapeamento da cultura. Arthur sugeriu fazer isso via Fundo de Cultura. Raquel lembrou que as transmissões – gravações – das reuniões podem parar em dados sensíveis. Dá para transmitir para ter maior participação da sociedade civil. Ocupar casas – algo mais concreto. Agilizar, articular com os grupos que captem recursos. Aplicar as atividades nas Casas de Cultura. Criar política de circulação de atividades. O fundo paira no ar. Existe, mas enquanto conselho, não conseguimos acessar. Temos que mudar a lei. Existe uma verba para a cultura, mas não passa pelo fundo. Temos dificuldade de composição para acompanhamento do fundo. Em 2025, conseguimos ver o extrato. Precisamos saber o que está sendo planejado e o que se pensa para 2026. Flávio explicou que o fundo é uma conta, mas os recursos da ficha não são depositados nessa conta e que os recursos parados na conta ficam sem uso e a secretaria tem uma série de ações e atividades que precisam de recursos, como várias manifestações e eventos que dependem desses recursos. Raquel perguntou como o conselho dá informação para a sociedade civil? O conselho só acompanha o fundo? Solange explicou que o Fundo não tem uma pessoa que tenha acesso ao jurídico e que se tivesse alguém voltado pra cultura, ajudaria. Não conseguimos ninguém para conversar. Quem pode fazer isso acontecer são as casas de cultura e a Comissão Ouropretana de Folclore que tem uma sala aqui com um armário. Tem que conversar com as entidades. As casas têm atividades de fora. Pensar nas associações que estão nas casas. Douglas informou que Cultura não é evento e que Bordado é fazer cultura. A cultura atende pouco ao ouropretano. As casas que tem atuações são a Casa da Piedade, Casa de Cultura Negra – lugar/espaço subutilizado. Pessoas têm acordos, e não funcionários do município. O espaço físico é essencial, mas os agentes são muito importantes. Reflexões: Qual o plano? Como está sendo feita e planejada a cultura no município? Edital feitos para 2025/2026 não foram pelo fundo. Como garantir aporte de recursos? Flávio explicou que o conselho é um órgão parceiro da gestão e que temos que pensar em uma solução fazendo ações de salvaguarda que é uma forma de garantir a obrigatoriedade da manutenção (patrimônios imateriais). Raquel informou que tinha que ter alguém para fazer uma ponte com o jurídico. Thomasin informou que o conselho estabelece um controle social e que o município não sabe captar recurso, e que esse poderia ser captado e ficar no fundo. Temos que parar de pensar em leis de incentivo à cultura e ir para outros lugares para manter a cultura. Conselho e prefeitura não são parceiros, cada um tem seu papel. Questionou como o 1º setor vê a cultura em Ouro Preto e concluiu que não tem nada voltado para o teatro em Ouro Preto, que temos que ter horizontalidade e que o conselho não pode ser inferior. O que está sendo feito? Solange explicou que há possibilidade de contratar empresa para gerenciar o fundo, pois é muita coisa e o jurídico não está entendendo. Douglas informou que eles tem que entender as interfaces da cultura. O presidente Douglas agradeceu a presença do secretário Flávio e do Diretor Arthur, e que isso vire uma prática, um hábito. Thomasin informou que temos que marcar um novo encontro, continuidade dessa conversa. Flávio informou que serão priorizados os editais. Thomasin sugeriu enviar o plano para 2026 na cultura. Informes: Rodrigo informou que conversamos com a Érika do jurídico, estudamos formas de regularizar a conta do fundo. Ela vai indicar formas para reformular a lei do conselho (Giuliana).Temos que ter um diálogo com a câmara. Sem mais a ser tratado o presidente deu a reunião por encerrada às 11h39 minutos e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 10 de Setembro de 2025.

Douglas Aparecido da Silva

Maria do Carmo Ferreira de Souza
Rodrigo Paiva Sales
Marcílio Luiz Bretas
Solange Sabino Palazzi
Raquel Leite Brás
Flávio Lemes de Silva Malta
Ana Paula Mendes
Sebastião Evásio Bonifácio
Thomasin Tonks Ferigati
Arthur Ramos Carneiro

Hudson Augusto Silva

​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da oitava reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 13 de agosto de 2025.

Aos treze dias do mês de agosto de dois mil e vinte e cinco as 09h50 horas, foi realizada a oitava reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa do Folclore. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Douglas Aparecido da Silva. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Alcindo Alves Filho, membro suplente, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO); Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP, Raquel Brás Leite, membro titular, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Raoni Santos do Sacramento, membro da sociedade civil, representante da 1ª IGREJA Batista de Ouro Preto e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h50, com o presidente Douglas saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 7 conselheiros titulares e 1 suplente. A reunião teve início com a leitura das atas das últimas reuniões ordinárias. Após leitura, a ata da 7ª reunião foi aprovada por unanimidade as atas da 5ª e 6ª reuniões foram aprovadas pela maioria com pendências de redação a serem corrigidas; Uma conselheira se absteve. O secretário executivo Hudson se comprometeu a deixar as atas e ofícios no drive do conselho para que todos tenham acesso e possam editar e fazer correções.

1 – Pedidos de registro no CMPC – Raoni da Igreja Batista fez a apresentação dos trabalhos culturais feitos pela igreja batista aos conselheiros, e explicou que o objetivo é o reconhecimento da igreja com o de utilidade pública. Thomasin e demais conselheiros, sugeriram que seja criada uma comissão para dar pareceres, fazer análises e regulamentar os procedimentos para registro no conselho. Também sugeriu que seja criado um local (site institucional) para que fique disponível uma lista com as entidades registradas pelo conselho, além de estabelecer um protocolo com critérios para inscrição. Ficou decidido que a comissão de análise de pedidos de registros será composta pelos conselheiros (as) Thomasin, Raquel. Carminha, Rodrigo Suner e Rodrigo Sales. O registro da Igreja Batista foi aprovado por 7 conselheiros e 1 abstenção. 2 – Lei do fundo – O conselheiro Lindoberg explanou sobre as respostas dos ofícios encaminhados. A secretaria de Fazenda foi a única a responder, enviando os extratos da conta bancária do conselho. Rodrigo Sales explicou sobre a reunião com os representantes da secretaria de Fazenda, e apresentou a documentação aos presentes na reunião. Verificando a existência de recursos na conta, Thomasin sugeriu o uso dos mesmos para compra de equipamentos para que o conselho possa transmitir suas reuniões. Lindoberg apresentou a lei do fundo, principalmente sobre o comitê gestor. Foram apresentadas propostas extraídas de leis de outros estados e municípios. Os conselheiros debateram sobre a viabilidade da proposta. Também sugeriu a elaboração de um decreto-lei do fundo, com demandas para liberação do fundo de cultura. Os conselheiros sugeriram marcar uma reunião com Andiara para a próxima semana para prestação de esclarecimentos sobre questões jurídicas. Rodrigo Suner sugeriu uma conversa com o MP, e também a marcação de uma reunião extraordinária. Os conselheiros aprovaram por unanimidade a reunião com Andiara para aprovação de um decreto da lei do fundo e também da realização de uma reunião extraordinária com o secretário de Cultura e Turismo. Rodrigo Sales lembrou que para lançar o fundo em 2025, tem que ser no modelo antigo. Nada mais havendo a tratar, a reunião foi encerrada às 12h00, E Eu, Hudson Augusto Silva, secretário-executivo, lavrei a presente ata, que será assinada por mim e pelos(as) conselheiros(as) presentes. Ouro Preto, 13 de agosto de 2025.

Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Douglas Aparecido da Silva

Sebastião Lindoberg Campos

Thomasin Tonks Ferigati

Rodrigo Almeida Suner

Alcindo Alves Filho

Raquel Brás Leite

Raoni Santos do Sacramento

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



Ata da quarta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 12 de março de 2025.

Aos doze dias do mês de março de dois mil e vinte e cinco as 09h42 horas, de forma on-line foi realizada a quarta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Gabriela de Lima Gomes, membro suplente, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Solange Sabino Palazzi, membro titular representante da Federação das Associações de moradores de Ouro Preto – FAMOP; Wilton José da Costa, membro da sociedade civil; Luis Carlos Teixeira, (Luisão), representante da diretoria de relacionamento Político e Institucional; Vilma Miranda, membro da sociedade civil, Carolina Araújo, Lusca Pin, Membro da sociedade civil; Membro da sociedade civil e Hudson Augusto Silva, Secretário Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h48, com o presidente Douglas verificando saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 6 conselheiros titulares e 8 membros da sociedade civil. O presidente propôs a leitura e aprovação das atas da terceira reunião ordinária e da primeira reunião extraordinária, que foram lidas pelo secretário Hudson e aprovadas com 6 votos e 2 abstenções. Revisão regimento interno: Os membros da comissão de revisão do regimento, Formada Por Rodrigo Sales, Rodrigo Suner, Carminha e Lindoberg, se reuniram 3 vezes, uma delas co Silvana da Casa dos Conselhos. Silvana se comprometeu em fazer a atualização de acordo com outros regimentos e a minuta será encaminhada à comissão para análise. Lindoberg informou que foram analisados regimentos de outros municípios e estados e que o modelo do regimento de Ouro Preto é exclusivo. Carminha propôs rever o número de cadeiras no conselho, amarrar com o regimento, passar as responsabilidades para o secretário de cultura e o conselho fiscaliza. Lindoberg pontuou que em outras cidades a secretaria gerencia e que em Ouro Preto isso também tem que mudar, e que um número grande de cadeiras no conselho é inviável e que um bom número seria 12 ou 14 cadeiras. Thomasin informou que em outros conselhos, a gestão do fundo é feita por alguém do 3º setor e que a eleição e espontânea, sem ser por setor , e propôs a realização de um fórum semestral trazendo a sociedade civil para discutir questões de todas as áreas e que os fóruns são para democratizar o acesso à informação e ser feita uma escuta funcional. O presidente Douglas acha interessante pensar encontros por temporadas de eventos. Carminha acha que a realização de fóruns é muito importante, pelo menos um no início do ano e outro no seguindo semestre e sugeriu pensar, planejar e analisar com mais tempo e usar exemplos bem sucedidos de outros conselhos. O membro da sociedade civil Tuca Costa questionou sobre o gerenciamento do fundo de cultura feito pela secretaria e questionou se existe um diálogo e concluiu dizendo que nos fóruns tem que ser presenciais e que grupos diversos tem que participar, como artesãos, mestres, etc e que podemos ir aos distritos e sub-distritos para mobilizar as pessoas e sugeriu criar algo recorrente para que as próximas gestões possam dar continuidade e concluiu dizendo que a gestão do fundo de cultura com a secretaria, não significa que vai deliberar. A deliberação é feita pelo conselho e uma comissão para gestão do fundo. Carminha explicou que a gestão dos processos tem que estar com o secretário de cultura, mas já tendo passado antes pelo conselho. O conselho delibera e a secretaria dá andamento. A conselheira Solange informou que foi aprovado pela Câmara um material feito pelo Fórum de Cultura e que isso pode ser aproveitado. Carolina Araújo informou que existe um detalhe fundamental: que a secretaria tem que ter uma equipe maior, fortalecer a equipe e ter uma secretaria de cultura. Thomasin informou que os fóruns vão fortalecer as equipes, e que isso pode ser pauta para reuniões futuras. Douglas informou que para fazer alterações no fundo, não precisa de noivas leis e propôs como meta lançar um edital até julho. Lindoberg concorda com Douglas e questiona qual orçamento para a cultura esse ano e que não existe nada oficial, sendo que essa informação teria que ser pública, e concluiu dizendo como o planejamento pode ser feito se o foco é sempre o turismo e que o ideal seria ter uma secretaria própria ou uma secretaria adjunta, e que até julho daria para lançar o edital, mas teríamos que ver como. O presidente Douglas pediu informações sobre os ofícios enviados e o secretário executivo Hudson explicou que houve retorno da secretaria de fazenda, que enviará um representante a uma reunião para prestar esclarecimentos solicitados, que a Casa dos Conselhos informou que a Câmara já indicou novos conselheiros e que estão aguardando o decreto para que possam tomar posse, e que não houve retorno na procuradoria. Lindoberg explanou que a secretaria de desenvolvimento econômico faz mais pela cultura que a própria secretaria de cultura, e que conseguem estruturar editais específicos com financiamento de projetos com maior alcance de recursos e concluiu dizendo que tem que existir uma política pública que beneficie a cultura e que a ADOP seria um bom canal financiador e que temos que debater a cultura para que ela não seja deturpada. Douglas sugeriu pedir uma conversa coma secretaria de desenvolvimento econômico, para falar sobre economia criativa, e que não há um debate mais profundo sobre esse assunto. Plano diretor: Douglas informou que foi feita uma primeira reunião organizada com os conselhos para levantar questão a serem pontuadas e entender quais contribuições para a revisão. Que o material do Plano Diretor fala dos aparelhos culturais de Ouro Preto, que tem um total de 13 espaços entre casas de cultura, teatro, Museu Casa dos Inconfidentes, que são pontos de partida para se fazer cultura. Lindoberg informou que foi falado sobre a criação de mecanismos estruturantes para a cultura que não dependesse de política e questionou qual a programação da prefeitura, que é uma coisa muito solta e que atualmente falta planejamento. Thomasin informou que temos casas de cultura, mas sem mérito, pois é o primeiro setor quem está gerindo, e que é urgente a realização de um diagnóstico, discutindo com muita clareza para não jogar nas costas da sociedade civil. Precisamos dialogar. O peso para a sociedade civil e para a cultura é grande e concluiu questionando quantas pessoas são agentes culturais e o que as financia, afirmando que não é o fundo municipal de cultura. Carol, membro da sociedade civil informou que alguns espaços culturais, temos acesso, mas que tem que haver uma democratização dos espaços, com recursos e despesas próprias e amparar o incipiente. Lindoberg informou que a FAOP, via estado, depende de alianças, e que tem que ter um marco regulatório da cultura e que as instituições públicas não podem propor projetos, somente o terceiro setor e que o poder público não dá mecanismo e que temos que romper essa barreira. Thomasin explanou que temos que propor um comodato. Levar todo o equipamento. Criar uma sede para as instituições culturais. Recursos para manter a causa. Abrir espaços para fazer cultura, pois não sabemos como será o futuro e se as casas de cultura vão continuar e concluiu que não conseguimos um comodato com a cultura e que o desenvolvimento econômico está mais preocupado com a cultura. Vilma Miranda, membro da sociedade civil deu o exemplo de aparelhos culturais de Curitiba que são apadrinhados por empresas e falou sobre a inexistência de estrutura básica para usar ois espaços, e que para manter vivos os espaços, pode ser feito em parceria, e sugeriu verificar essa possibilidade com a ADOP. Lindoberg sugeriu que além da ADOP tem uma agência que atua na região dos inconfidentes para captar recursos e apresentar projetos e que essa é mais uma opção. O presidente Douglas sugeriu que a pauta para a próxima reunião seja a revisão do regimento feita pela Silvana da Casa dos Conselhos e os esclarecimentos feitos por representante da secretaria de fazenda e que o tema plano Diretor, pode ser discutido um uma reunião extraordinária, e sugeriu convocar alguém responsável pelo plano, como o arquiteto Anderson Agostinho e também a secretaria de desenvolvimento econômico. Não havendo mais nada a ser tratado, o presidente Douglas Aparecido deu por encerrada a reunião às 11h52 minutos e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 12 de março de 2025.

Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Gabriela de Lima Gomes

Douglas Aparecido da Silva

Sebastião Lindoberg Campos

Ana Paula Mendes

Thomasin Tonks Ferigati

Solange Sabino Palazzi

Wilton José da Costa

Vilma Miranda

Wilton José da Costa

Carolina Araújo

Lusca Pin

Hudson Augusto Silva


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da quinta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 08 de abril de 2025

Aos oito dias do mês de abril de dois mil e vinte e cinco as 09h55 horas, de forma presencial na Casa do folclore, foi realizada a quinta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Alcindo Alves Filho, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO), Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP, Bruna Correia Dutra, assessora da vereadora Lililian França e Hudson Augusto Silva, secretário Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h55, com o presidente Douglas verificando saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 6 conselheiros titulares e 1 membro da sociedade civil. O presidente propôs a leitura e aprovação da ata da quarta reunião ordinária lida pelo mesmo e aprovada por unanimidade com 6 votos. Ofício secretaria de Fazenda – A conselheira Carminha explicou que a pessoa responsável pelas informações foi aprovada em um concurso público na UFOP e não deixou a documentação preparada, o que impediu que algum representante da secretaria de fazenda comparecesse à reunião. Regimento interno – A conselheira Carminha explicou que Sivana da Casa dos Conselhos fez as correções no regimento e a comissão do CMPC analisou e devolveu para Silvana fazer a análise. O conselheiro Rodrigo afirmo que o regimento está 90% pronto e que as mudanças serão drásticas. O presidente Douglas questionou as principais mudanças e Carminha explicou que o que muda é o Secretário de Cultura executa e o conselho delibera e aprova. O presidente Douglas propôs que a pauta para a próxima reunião seja a mesma. O vice-presidente Rodrigo propôs enviar ao Secretário de Cultura um ofício pedindo o QDD da cultura. Douglas sugeriu discussão sobre captação de recursos via isenção de ISS QN, Lei Rouanet, nos moldes com isenção fiscal. Informes – Douglas informou que a conselheira Solage Palazzi pediu para falar como ficaria a situação de Ouro Preto diante da nova legislação e como está a situação da prefeitura nesse contexto. Não havendo mais nada a ser tratado, o presidente Douglas Aparecido deu por encerrada a reunião às 10h37 minutos e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 08 de abril de 2025.

Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Douglas Aparecido da Silva

Ana Paula Mendes

Alcindo Alves Filho

Rodrigo Almeida Suner

Bruna Correia Dutra

Hudson Augusto Silva

​​​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Ata da Reunião Especial de Posse dos membros e eleição da Mesa Diretora do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), ocorrida no dia 13/07/2026.

Aos treze dias do mês de julho de dois mil e vinte e seis, às quatorze horas, de forma virtual, por meio da Plataforma Google/Meet, foi realizada a reunião de posse dos membros e eleição da Mesa Diretora do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), em atendimento à Lei Municipal Nº. 659, de 20 de junho de 2011, que trata deste conselho. Estiveram presentes: Felipe Henrique Xavier da Silva, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Fabiana Aparecida dos Santos Nonato, membro suplente, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Isabel Nicolielo, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação; Guilherme Augusto Guimarães, membro suplente, representante da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação; Silas de Souza Santos, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento e Desenvolvimento Sustentável; Cleneson Domiciano Dias, membro titular, representante do 52º Batalhão da Polícia Militar; Adriano Rodolfo Martins Moreira, membro titular, representante do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) – Campus Ouro Preto; Douglas Cardoso de Oliveira, membro titular, representante do Sistema de Museus de Ouro Preto (SiMOP); Lourdes Lorena Diniz Coelho Lopes, membro suplente, representante do Sistema de Museus de Ouro Preto (SiMOP); Elisângela Moraes Amorim Mendes, membro titular, representante da Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Ouro Preto (ADOP); Sérgio Romão Pereira, membro titular, representante da SRT – Serviço de Cultura, Restauração e Turismo; Thays Regina Rodrigues Pinho, membro suplente, representante do DETUR – Departamento de Turismo da UFOP; Cássia Regina Neves, membro titular, representante do Ouro Preto CVB e Circuito do Ouro, Convention e Visitors Bureau. Participaram, também, Silvana Vanessa Peixoto, Diretora da Casa dos Conselhos, quem coordena a presente reunião; Nísia de Figueiredo Ribeiro, quem secretaria a presente reunião. Justificou a ausência: Marcelo Viana Ramos, membro titular, representante do DETUR – Departamento de Turismo da UFOP; Naiara Maíra Amorim Carvalho, membro suplente, representante do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); Gilberto Douglas da Silva, Secretário Executivo do COMTUR, por motivo de férias. Silvana abriu a reunião dando boas-vindas aos presentes e agradeceu aos membros do mandato anterior pelo relevante serviço público voluntário prestado ao Município de Ouro Preto. Destacou que esse trabalho é fundamental para o assessoramento, à fiscalização e o fortalecimento da Política Municipal. Em seguida, solicitou a apresentação de todos. Silvana apresentou a pauta da reunião, sendo: 1. Posse dos(as) conselheiros(as); 2. Eleição da Mesa Diretora e 3. Definição da agenda de reuniões. Informou que os demais assuntos serão tratados na primeira reunião do mandato. Em seguida, Silvana esclareceu a natureza e as competências do COMTUR, informando que se trata de um órgão de assessoramento do Poder Executivo nas questões referentes ao desenvolvimento do turismo no Município. Destacou, ainda, que compete ao Conselho deliberar sobre a Política Municipal de Turismo e sobre a aplicação dos recursos do Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR), entre outras atribuições previstas no art. 3º da Lei Municipal nº 659, de 20 de junho de 2011. Comentou que cada conselheiro recebeu, por e-mail, juntamente com a convocação, a Lei de Criação do COMTUR, o Regimento Interno e o Decreto de nomeação. Informou que esses documentos contribuirão para que os conselheiros compreendam melhor as atribuições, a organização e o funcionamento do Conselho. Recomendou que a Mesa Diretora eleita faça um planejamento de ações para o mandato, com base em suas atribuições e para dar continuidade às ações do mandato anterior. Explicou que o Conselho é composto por 16 (dezesseis) membros titulares e 16 (dezesseis) membros suplentes, sendo 8 (oito) representantes do Poder Público e 8 (oito) representantes da Sociedade Civil. Silvana informou que, até o momento, não foi encaminhada a indicação do representante da Associação de Guias de Turismo de Ouro Preto (AGTOP) para este mandato. Em seguida, informou que os conselheiros foram nomeados por meio do Decreto nº 9.300, de 23 de junho de 2026, e do Decreto nº 9.317, de 3 de julho de 2026, ambos publicados no Diário Oficial do Município. Na sequência, os conselheiros presentes foram empossados para cumprir um mandato de 2 (dois) anos, no período de 13 de julho de 2026 a 13 de julho de 2028. Informou, ainda, que o conselheiro que não tomou posse nesta reunião poderá fazê-lo na primeira reunião em que participar. Na sequência, Silvana informou que o COMTUR está, atualmente, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a qual oferecerá o suporte técnico e administrativo necessários ao seu funcionamento. Silvana explicou que a Casa dos Conselhos presta orientação técnica para o adequado funcionamento do Conselho, atuando em articulação com a Secretaria Executiva e oferecendo suporte às suas atividades. Silvana passou ao segundo ponto da pauta, referente à eleição da Mesa Diretora. Informou que, conforme o art. 3º do Regimento Interno do COMTUR, a Mesa Diretora é composta por Presidente, Vice-Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário, eleitos dentre seus pares, membros titulares, em votação aberta, para um mandato de 2 (dois) anos. Em seguida, explicou brevemente as atribuições de cada cargo da Mesa Diretora. Esclareceu, ainda, que o COMTUR conta com um Secretário Executivo, responsável pelo exercício das funções de secretaria, cujas atribuições estão previstas no Regimento Interno. Dando início ao processo eleitoral, Silvana perguntou aos membros titulares quem gostaria de se candidatar ao cargo de Presidente. Felipe e Douglas apresentaram sua candidatura e, após defesa, Felipe foi eleito por 06 (seis) votos e, como sugestão, Douglas foi eleito para Vice-Presidente por 06 (seis) votos. Para a 1ª Secretaria, Silas apresentou sua candidatura e foi eleito por 07 (sete) votos. Para a 2ª Secretaria, Cássia apresentou sua candidatura e foi eleita por 07 (sete) votos. Ao final da eleição, a Mesa Diretora foi declarada eleita e empossada para exercer mandato de 2 (dois) anos. Passando à definição da agenda de reuniões, foi informado que cada conselho possui um dia fixo para a realização de suas reuniões mensais e que, no mandato anterior, o COMTUR se reunia toda 1ª segunda-feira de cada mês, às 14 horas. Em seguida, os presentes foram consultados sobre a possibilidade de manter esse calendário de reuniões. Após discussão, a proposta de manutenção da realização das reuniões na primeira segunda-feira de cada mês, às 14 horas, foi submetida à votação e aprovada por 07 (sete) votos. Silvana esclareceu que as reuniões poderão ser realizadas de forma presencial ou remota, conforme a necessidade e a definição da Presidência no ato da convocação. Nada mais havendo a tratar, Silvana encerrou a reunião, cujos trabalhos foram registrados nesta ata que, após lida e aprovada pelos presentes, será assinada por mim, Nísia de Figueiredo Ribeiro, secretária ad hoc desta reunião, por Silvana Vanessa Peixoto, que coordenou os trabalhos, e por Felipe Henrique Xavier da Silva, presidente eleito do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), dando fé à ata aprovada. Após sua aprovação, a ata será publicada no Diário Oficial do Município.

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Ata da segunda reunião extraordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 29 de outubro de 2025.

Aos vinte e nove dias do mês de outubro de dois mil e vinte e cinco as 14h16 de forma presencial na Casa do Folclore, aconteceu a 3ª reunião extraordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa do Folclore. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Douglas Aparecido da Silva. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP, Raquel Brás Leite, membro titular, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Arthur Ramos Carneiro, membro suplente, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Fábio de Pádua, representante da sociedade civil; Carlos Arlindo de Souza Silva, representante da sociedade civil, Pedro de Grammont e Souza representante da sociedade civil – Artista Local; Lucas Barbosa Cardoso Cordeiro, representante da sociedade civil; Bruno Moraes Regenthal, representante da sociedade civil; José Teófilo R. de Miranda Neto, representante da sociedade civil; Felipe Alexandre de Morais, representante da sociedade civil; Wanderson Rola, Gerente de Cultura e Turismo. O presidente Douglas deu início à reunião conferindo o quórum. Falou sobre o tempo de 2 anos de inatividade do conselho – Hiato, falou sobre o Plano de Cultura que tem que ser colocado em prática, sobre lei do conselho que tem que ser revisada e sobre o regimento interno que está sendo reorganizado pelo conselho e explicou que a Silvana da Casa dos Conselhos está dando suporte jurídico para as mudanças no regimento interno e na lei do conselho e concluiu falando que o conselho tem que ter um Diálogo direto com a secretaria. Douglas lembro que na última reunião foi decidido que seria feita uma reunião com a secretaria de Cultura e Turismo. Douglas apresentou Wanderson Rola, gerente de cultura e gestor do fundo de Cultura. O Gerente Wanderson cumprimentou a todos informou que falará sobre os temas da pauta que são a prestação de contas – finanças 2025, Orçamento financeiro e ações para 2026 e a criação da gestão administrativa do Fundo de Cultura. Wanderson se apresentou falando que desde 2021 está na prefeitura e que é especialista em Gestão do Fundo de Patrimônio e Especialista em Gestão Pública. Explicou que o Fundo de Patrimônio existe desde 2010. Que o Fundo de Cultura / repasse, fundo são feitos pela prefeitura. O CMPC é gestor administrativo financeiro (todas as ações / processo / repasse são feitos pela secretaria de Fazenda, como o termo de referência e licitação). A conselheira Thomasin perguntou como estão sendo feitos os repasses do fundo e sobre a criação de políticas culturais. Informou que precisamos saber o que foi feito e que o conselho foi desrespeitado e não foi atendido. Perguntou também como foram feitos os gastos e quais propostas para 2026, pois gostaria de saber o que foi gasto pela cultura, como por exemplo, repasses específicos para a cultura popular, pois pelo que vemos, o repasse é para o turismo e não para a Cultura. Wanderson explicou que algumas ações (metas do Plano de Cultura), Metas: 6.2, 7 - 17 – todas (Kedson), Rodrigo (Secretaria de Educação) – Ouro Preto Meu Lugar, Açoes do NEABI, UFOP e PROPAT; Meta 9 – Distritos: Serra do Siqueira (atividades e espaços – tudo financiado pelo município) Meta 23 – Internet banda larga (distritos), Rede própria do município; Casa da Piedade vai ser entregue, Museu Casa dos Inconfidentes; Casa João Veloso – verba Ministério Público (arquivo); Casa Vira Saia – parceria, captação de recursos já tem, Projeto Centro Cultural – centro de estudos, escola, creche, Instituto Pedra; Casa do Folclore – recurso sendo captado – projeto 2° semestre 2026; Casa de Cultura Padre Faria – (esse ano); Casa de Cultura Negra – (esse ano) curso de formação de artífices – 500 mil + 500mil; Casa da Ópera – diversas ações, o mais ativo – recursos voltam para o Fundo de Patrimônio (passar lista com todas as ações); Casa Cultura Antônio Pereira – muito ativa: 3ª idade, oficinas, memorial, associação artes e flores; Casa de Cultura Cachoeira do Campo – biblioteca, CAT, memorial e casa de cultura muito ativa; Lions, FIA, Casa da Juventude – acessibilidade (plataforma elevatória); Casa de Cultura Glaura – aluguel (Arquidiocese), Casa de Cultura – instituições parceiras; Casa Bandeirista Amarantina (Casa de Pedra) – museu, atividades culturais, restauração da igreja, missas no anexo. Metas e Observações: Meta 10. Meta 19 – projetos de apoio – editais do município: 600 mil + 600 mil para cultura; Thomasin disse que não vê gastos com a cultura e que não existe um diagnóstico de ação da cultura em Ouro Preto; Douglas fez uma análise sobre o debate sobre a cultura feito a há 1 ano e na flata de resultados, acha que estamos desgastados. Wanderson informou que vai pedir à Secretaria de Fazenda todos os comprovantes de gastos com a cultura e resolver todos os problemas com Luiz Barbosa (5 de novembro) – pagamentos cultura (dados relatório). A conselheira Raquel explicou que um fato é que as coisas estão sendo pagas e sobre a necessidade de um Cronograma. Raquel também informou que tem que ser feitos investimentos pois estamos sem tempo hábil para realizar edital do fundo de cultura. Para Raquel, o planejamento do plano de cultura tem que ter metas indicativas e o conselho tem que ter acesso a informações em tempo hábil. Para fazer gestão, todos tem que antecipar. Tem que ser feita uma previsão de gastos. Temos que tentar entender o plano e valores, verba e ir para onde é prioridade. Concluiu perguntando qual a possibilidade de contribuir para que os investimentos sejam mais diversos e atendam à cultura e qual o compromisso com um cronograma? Wanderson respondeu dizendo que os conselhos têm verba conta própria e que tudo tem que ser acertado juridicamente e que temos que buscar forma de arrecadação. Segundo Wanderson, o Cronograma: 20 de janeiro, todas as ações da LOA podem ser desenvolvidas. O conselho deve participar da organização da LOA. O conselho de patrimônio manda para a Fazenda, pois tem arrecadação própria. O conselho tendo ideia do que vai gastar e envia ao Luiz Barbosa. Thomasin Citou quais objetivos não foram citados e perguntou: A cultura é de quem? A cultura vai continuar existindo. Onde está o cadastro? Tem que ter Incentivo da prefeitura, trabalhar a estrutura. Mas tem trabalho o circo morreu em Ouro Preto. Como é aplicada a cultura em Ouro Preto? Questiona se estamos sendo atendidos em relação a Secretaria de Cultura – Planejamento, Estrutura e LOA 2026. o conselheiro Rodrigo Suner disse que a prefeitura tem que conversar com o conselho para reestruturar essa relação. Essa reunião não presta contas, pois é uma prestação de contas de zeladoria. Disse estar frustrado, pois a gestão de política cultural não existe. Somente administradores da prefeitura. Participar da questão financeira vai acertar (vincular) a Secretaria de Cultura à política estrutural. Temos que criar estrutura para deixar um legado: Fomento, Promoção, Sustentabilidade, Alternativas de funcionamento, plano de cultura, problemas de base estrutural, articulação política. Concluiu dizendo que o secretário de Cultura Flávio deveria estar presente. O Presidente Douglas disse que temos que organizar plano de cultura. Segundo Douglas, a cultura é espectral, não está lá. A cultura fica no turismo e patrimônio. A parceria vira cultura. Faltam recursos básicos. A sensação é de que não vamos resolver agora. Todos devem sentar juntos e rever o plano de cultura, valores da LOA – 2026 e perguntou ao gerente Wanderson se existe uma previsão/ ideia. Wanderson respondeu sobre valores: Operacionalização – R$ 7.860,00, planejamento – R$ 102.000,00, Sistema Municipal de Cultura – implantação – R$ 63.000,00, bandas – R$ 455.000,00, capacitações – gestão cultural – R$ 63.000,00, realização, apoio e patrocínio de eventos do calendário cultural – R$ 4.100.000,00, apoio a grupos artísticos – R$ 360.000,00, operacionalização Casa Ópera – R$ 110.000,00. Encaminhamentos. Enviar LOAs, documentos dia 4. Reunião extraordinária dia 06, às 19h – online; Relatório QDD; Secretário na reunião dia 12. Todos favoráveis à reunião. Sem mais a ser tratado o presidente deu a reunião por encerrada às 17h07 minutos e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 29 de outubro de 2025.

Rodrigo Paiva Sales

Rodrigo Almeida Suner

Fábio de Pádua

Carlos Arlindo de Souza Silva

Douglas Aparecido da Silva

Ana Paula Mendes

Pedro de Grammont e Souza

Lucas Barbosa Cardoso Cordeiro

Raquel Braz Leite

Bruno Moraes Regenthal

José Teófilo R. de Miranda Neto

Felipe Alexandre de Morais

Thomasin Tonks Ferigati

Artur Ramos Carneiro


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Ata da sétima reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 11 de junho de 2025.

Aos onze dias do mês de junho de dois mil e vinte e cinco as 09h40 horas, foi realizada a quinta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, por meio da plataforma Google Meet (link: https://meet.google.com/tjx-yuep-ccv). A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Douglas Aparecido da Silva. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Pedro Ivo Amaro Alves, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO); Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP e Gabriela de Lima Gomes, membro suplente, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); A reunião teve início as 09h40, com o presidente Douglas saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 7 conselheiros titulares e 2 suplentes. A reunião teve início com a leitura da ata da última reunião ordinária. Após leitura, a ata foi aprovada por unanimidade.

1 - Próximos passos para a regulamentação do Conselho: Foi iniciada a discussão sobre os trâmites necessários para a atualização da regulamentação do CMPC. O conselheiro Rodrigo Sales explicou os procedimentos legais necessários para alteração e atualização das normas vigentes. O conselheiro Sebastião Lindoberg questionou como se dá a operação do Fundo Municipal de Cultura e ressaltou a necessidade de garantir tempo hábil para a elaboração e aprovação da nova lei, a fim de permitir o funcionamento do fundo ainda no exercício de 2025. A conselheira Thonks procedeu à leitura da redação atual da Lei do Fundo Municipal de Cultura, com destaque para o Capítulo II, que trata da composição.

Encaminhamentos: – Criação da Comissão de Revisão da Lei do Fundo de Cultura, com a participação dos conselheiros Rodrigo Sales, Lindoberg, Rodrigo Suner e Carminha; – Sugestão de convocação do secretário de Cultura para apresentar informações atualizadas sobre os valores disponíveis no Fundo. Douglas destacou que a convocação é importante, mas ressaltou que é necessário primeiro revisar a legislação vigente. Ainda neste ponto, Thonks apontou a falta de transparência da Secretaria de Cultura. Lindoberg ressaltou a falta de estrutura de comunicação, a ausência de divulgação das reuniões do Conselho e o esvaziamento das pautas da área de cultura. O presidente Douglas propôs como encaminhamento a realização de uma audiência pública com o Ministério Público, para tratar da situação da política cultural no município. A conselheira Carminha alertou sobre a necessidade de verificação documental, com conferência de todos os ofícios enviados e das respostas obtidas em reuniões e solicitações anteriores. Encaminhamento adicional: manutenção da comissão formada por Lindoberg, Carminha, Rodrigo Sales e Rodrigo Suñer para articulação com a Câmara Municipal, Ministério Público, Prefeitura e Secretaria de Fazenda. 2 – Casas de Cultura: O presidente Douglas ressaltou a importância de um regimento que regulamente o uso das casas de cultura. Lindoberg destacou a relevância de aplicar o novo Marco Regulatório do Fomento à Cultura (Lei nº 14.903/2024) como base para o uso público dos espaços culturais. A conselheira Thonks destacou a ausência de um plano de ocupação e a falta de respeito institucional com o Conselho, expressando o desgaste diante da repetida ausência de respostas às demandas do colegiado. Rodrigo Suner reforçou que o Marco Regulatório pode ser um instrumento importante para resolver os problemas de gestão e ocupação desses equipamentos. 3 – Comunicação institucional: Lindoberg propôs que as decisões e debates realizados no âmbito do CMPC sejam registrados e divulgados por meio de releases enviados à imprensa local e aos canais institucionais. Destacou a importância de ampliar a visibilidade das ações do Conselho e melhorar sua comunicação com a sociedade. 4 – Política Nacional Aldir Blanc (PNAB): Foi discutida a necessidade de o Conselho se preparar para realizar escutas públicas e reuniões setoriais durante o próximo ciclo de implementação da PNAB, garantindo participação social no planejamento do uso dos recursos federais. Encaminhamentos finais: – Constituição da Comissão de Regulamentação das Leis do Fundo e do Conselho; – Continuidade das articulações com órgãos públicos (Câmara, MP, Prefeitura e Secretaria de Fazenda); – Registro da demanda por criação de um regimento de uso das casas de cultura; – Proposta de institucionalização da comunicação do Conselho com a imprensa e canais oficiais.

Nada mais havendo a tratar, a reunião foi encerrada às onze horas e trinta e cinco minutos. E Eu, Sebastião Lindoberg Campos, primeiro-secretário, lavrei a presente ata, que será assinada por mim e pelos(as) conselheiros(as) presentes. Ouro Preto, 11 de junho de 2025.

Sebastião Lindoberg Campos

Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Douglas Aparecido da Silva

Thomasin Tonks Ferigati

Ana Paula Mendes

Rodrigo Almeida Suner

Pedro Ivo Amaro Alves

Gabriela de Lima Gomes

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Ata da sexta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 14 de maio de 2025.

Aos quatorze dias do mês de maio de dois mil e vinte e cinco as 09h45 horas, de forma presencial na Casa do folclore, foi realizada a quinta reunião ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026. Estiveram presentes na reunião os seguintes conselheiros: Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Ana Paula Mendes, membro titular, representante da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP); Douglas Aparecido da Silva, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Sebastião Lindoberg Campos, membro titular, representante da Associação dos Amigos do Reinado de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto (AMIREI); Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental (OCA); Alcindo Alves Filho, membro titular, representante da Bandalheira Folclórica Ouropretana (BaFO), Solange Sabino Palazzi, membro titular, representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP, e Lucas egg Serra, membro da sociedade civil e Hudson Augusto Silva, secretário Executivo do CMPC. A reunião teve início as 09h55, com o presidente Douglas saudando os presentes e conferindo o quórum onde estavam presentes 7 conselheiros titulares, 2 suplentes e 1 membro da sociedade civil. O presidente propôs a leitura e aprovação da ata da quinta reunião ordinária lida pelo mesmo e a mesma ficou sujeita a correções e será aprovada posteriormente. Revisão do regimento interno: Rodrigo Sales e Rodrigo Suner explanaram sobre as alterações e observações feitas em 5 reuniões da comissão interna. Os demais conselheiros fizeram algumas considerações e definiram o documento com muito bom e válido, ficando pendente ainda a lei do fundo e a lei do conselho. Foi aberta votação e as alterações no regimento foram aprovadas por unanimidade (7 votos) e a partir desse momento o conselho passa a deliberar a partir do novo regimento. O membro da sociedade civil lucas Egg (Pinduca), pediu informações sobre o fundo de cultura, sobre a conta e o extrato da conta do fundo de cultura e sobre os recursos da cultura. Também questionou qual medida será adotada após as solicitações feitas por ofício não terem sido respondidas e cocluiu sugerindo enviar um nono ofício à secretaria de Fazenda. Thomasin sugeriu convocar uma reunião extraordinária na câmara. Solange Palazzi sugeriu uma reunião no gabinete do prefeito com membros da secretaria de governo, secretaria de fazenda, casa civil, prefeito e secretaria de cultura e turismo. Foi aberta votação para envio de ofícios e realização de reunião com a secretaria de fazenda e convite a outras. Votação concluída e aprovada por unanimidade (7 votos). PNAB – Rodrigo Sales deu explicações sobre os valores e percentuais dos recursos e juros, convocação de suplentes com os juros, sobre o ciclo 2 – Cronograma, plano de ação autorizado, e termo de adesão. Explanou também sobre as oitivas, escutas públicas para os novos editais que aconteceram em 20 e 24 de maio de 2025, que se necessário será feita busca ativa e que a divulgação está sendo feita. Concluiu informando que Ouro Preto vai receber 549 mil e terão mais 5 ciclos até 2029. 2 milhões se tiver concluído 60%. Solange Palazzi elogiou o processo que fluiu e aconteceu, agradeceu e deu os parabéns pela execução. Casas de Cultura – Thomasin questionou qual a função e qual o papel das casas de cultura, qual a função social delas, qual a conduta específica com o CRAS, CREAS, e sugeriu ampliar a atuação, com a sociedade civil organizada ocupando esses lugares e informou que o papel das casas não é político, e sim social. Informou que a OCA, instituição que representa, ou outras instituições culturais podem conseguir captar recursos e ocupar uma casa de cultura, o que garante a existência das casas de cultura no final da gestão. Concluiu informando que as casas de cultura não tem função para o público e que os recursos podem ser utilizados para manutenção de espaços, organização de pré projetos e parcerias. Caminha informou que nos editais da LAB e LPG, pode ser prevista pontuação para quem direcionar os projetos para as casas de Cultura e comentou sobre o fechamento da Casa de Cultura do bairro Santa Cruz. Solange Palazzi informou que foi normalizado o funcionamento das casas de cultura nas mãos de comissionados que representam vereadores, e sugeriu isso seja feito por funcionários efetivos que entendem a cultura e abraçam a sociedade. Thomasin informou que se o primeiro setor não dá conta de administrar as casas de cultura, tem que repassar ao terceiro setor, para captar mais recursos, pois sociedade civil não participa da gestão, mas os projetos são para a sociedade civil. A sociedade civil é desorganizada e o terceiro setor é uma opção. Solange e Lindoberg sugeriram enviar ao prefeito um ofício pedindo informações sobre a secretaria adjunta ao prefeito. Não havendo mais nada a ser tratado, o presidente Douglas Aparecido deu por encerrada a reunião às 11h53 minutos e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 14 de maio de 2025.

Maria do Carmo Ferreira de Souza (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Thomasin Tonks Ferigati

Douglas Aparecido da Silva

Ana Paula Mendes

Alcindo Alves Filho

Rodrigo Almeida Suner

Sebastião Lindoberg Campos

Solange Sabino Palazzi Lucas

Egg Serra

Hudson Augusto Silva

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Ata da terceira reunião extraordinária do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), ocorrida no dia 01 de abril de 2026.

Ao primeiro dia do mês de abril de dois mil e vinte e seis às 09h49 horas, foi realizada a 3ª Reunião extraordinária do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, mandato 2024 a 2026, de forma presencial na Casa de Gonzaga. A reunião foi convocada e presidida pelo presidente do conselho Sr. Arthur Ramos Carneiro. Estavam presentes na reunião os seguintes conselheiros: Arthur Ramos Carneiro, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Rodrigo Paiva Sales, membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha) membro titular, representante da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo; Thomasin Tonks Ferigati, membro titular, representante da Organização Cultural Ambiental OCA, Rodrigo Almeida Suner, membro suplente representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Solange Sabino Palazzi, membro titular, Gabriela de Lima Gomes, membro suplente, representante da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) representante da Federação das Associações dos Moradores de Ouro Preto – FAMOP; Davi Barbosa Oliveira,Representante da Procuradoria Municipal; Lucas Barbosa Vilela, representante da Procuradoria; Ana Flávia Xavier, representante da Controladoria; Amaro Viana Carvalho, representante da Controladoria; Samuel Camilo Gonçalves, representante da Secretaria de Cultura e Turismo e Hudson Augusto Silva, Secretário-Executivo do CMPC. O presidente Arthur abriu a reunião às 9h49 com o presidente Arthur dando as boas vindas aos convidados. O Conselheiro Rodrigo Falou sobre a pauta da reunião e da necessidade de implementar a lei que não foi regulamentada. A conselheira Thomasin sugeriu ouvir os convidados para que falem como funciona os processos com os produtores culturais detentores de CPF e CNPJ, e também falarem sobre o pós, que é a prestação de contas, saber como está a atual situação para poder implementar a lei. O representante da Procuradoria citou o MROSC (Lei nº 13.019/2014) , falou sobre os chamamentos públicos e explicou que não tem uma dotação específica. Quando as demandas chegam, olham a dotação específica e o QDD da secretaria. Thomasin questionou que existe uma previsão orçamentária e que MROSC regulamenta as OSCS e que no marco regulatório da cultura tem uma previsão diferente e que com a sociedade civil dá certo o MROSC e quando entra CPF, não dá certo. O representante da Controladoria Amaro, explicou que incinde um imposto de 27% sobre pessoa física e que quem tem MEI não faz distinção no sistema e que toda vez acontece isso. Thomasin explicou que essa contratação não é licitação contratação e que o marco regulatório vai facilitar para quem tem CPF. Amaro explicou que retem o imposto porque está ligado ao tesouro nacional. Ana Flávia, representante da Controladoria explicou que nesse caso existe uma impossibilidade jurídica. Thomasin explicou que não pode virar CNPJ e que se for publicado no diário oficial não tem retenção para repasse de recurso. Que os projetos executados por CPF, não é MROSC que regula, que é isento segundo o marco regulatório. Amaro explicou que as pessoas reclamam depois que o valor já foi tributado e que essa questão tem que ficar clara no edital para que isso não aconteça. Thomasin explicou que para CPF fica tudo mais fácil se for execução de objeto. Ana Flávia explicou que quando os projetos vão ser analisados, o que conta é foco no resultado. E que as coisas devem andar juntas. Como fazer o controle e fazer a prestação de contas. A conselheira Solange explicou que nos editais do estado, retiveram imposto, que tem que seguir o marco regulatório e o decreto de fomento. O erro é que os governos estadual e federal não fazem contratos e sim processos de execução cultural e que a diferença é essa. Comentou também que no relatório de execução do objeto da PNAB pelo estado, o relatório financeiro só será solicitado se houver necessidade ou denúncia, e a secretaria vai ver se o objeto foi executado, para que a promoção cultural possa ir aos lugares. Amaro explicou que o processo de avaliação é de obrigação do gestor, e que não querem falar que tem uma comissão e que não tem fiscalização. Davi explicou que as análises de editais, para a procuradoria, todos tem que participar do início ao fim. Atualmente o edital primeiro é feito pela secretaria de cultura e depois é submetido a análise da procuradoria. Se for publicar o edital, a procuradoria tem que participar como um todo. Por mais que seja solicitado o acompanhamento, tem que ser desde o início. Tanto o MROSC quanto o marco regulatório. Davi deu alguns exemplos de análises equivocados devido a essa falta de acompanhamento como um todo. Termos de execução financeira e interpretações, após as análises não eram corretas, pois não podia fazer contratação direta, tendo que ficar atentos a todas as nuances. Ana Flávia solicitou que sejam acionados previamente, pois depois de publicado o edital, todos ficam presos a ele e aí tudo fica mais difícil para todos. Amaro explicou que a contabilidade retem porque não sabe qual é o procedimento de contratação, se é convênio ou licitação. Thomasin explicou que não são só os editais e sim tudo que está relacionado a área da cultura. O conselheiro Rodrigo Sales explicou que todos os editais que foram lançados pela promoção cultural foram com respaldo de todos os setores envolvidos. A conselheira Carminha informou que foram chamados todos os setores antes para não ter erro. E que tinha-mos urgência para não perder os recursos. Lucas, representante da Procuradoria, explicou que houve uma reunião e foi analisado o edital,mas não tiveram tempo hábil e que algumas coisas aconteceram de forma desencontrada, que que o assunto não passou pela diretoria de convênios. Sugeriu que tem que ser definido um procedimento de forma adequada. Carminha explicou que no Edital da LPG, procuramos a procuradoria e foi informado que não tinha como fazer e que tinha que conversar com Edmundo. Informou que ele disse que podia ser por despesa administrativa. Tentamos discutir a questão por todos. Davi explicou que esse tipo de demanda tem que ser enviada por CI ou por e-mail. Rodrigo Suner explicou que as regras que regem as ações culturais tem que ser normatizadas. Solange sugeriu criar um protocolo para simplificar. Carminha informou que o marco regulatório tem que ser instituído e que precisamos saber o que cada setor precisa para facilitar os trabalhos, para s pessoas poderem se organizar. Amaro explicou que na prefeitura falta uma padronização e que vai ser cobrado o que estiver no check-list. Carminha informou que nem sempre o check-list é suficiente. Amaro informou que os processos tem que ser antecipados. Para Davi, na prestação de contas, se o CPF não pode emitir nota fiscal, precisamos regulamentar os procedimentos conforme o marco regulatório e temos também que ter um relatório do gestor explicando que tipo de processo é. Thomasin informou que na área da cultura nem tudo é edital e que até chegar no edital tem todo um processo de preparação muito longo. Arthur explicou que temos na contabilidade a … Davi faz os pareceres dos processos e precisamos de ter uma referência na procuradoria. Rodrigo Suner explicou que no museu da Inconfidência que é onde trabalha, foi implementado com sucesso marco de fomento e que precisamos criar um grupo para estender esse procedimento, saber com quem falamos sobre o marco e temos que estabelecer regras para sanar um problema que é de gestão pública. Thomasin perguntou qual a diferença do FIA para ter isenção de impostos. Davi respondeu que o FIA é mais antigo e Amaro complementou dizendo que o FIA tem a contadora Nelma que está acompanhando e concluiu dizendo que quem vai fazer o pagamento tem que conhecer o processo. Ana Flávia sugeriu criar uma equipe multidisciplinar para tocar o edital. Thomasin informou que foi Á Câmara e acompanhou a criação do FIA e que temos que trazer secretarias para entender onde estão as fragilidades e que não dá para chamar um por um para mediar e saber o que funciona. Amaro informou que o maior problema é a Nelma não ter a função de acompanhar o processo , deve ser informado que o edital tem isenção. Davi informou que a demanda chega depois que já foi publicado em cima da hora e em um volume muito grande. Thomasin sugeriu chamar o gestor do fundo e a contabilidade como encaminhamento. Solange informou que desde 2024, o contrato de transporte dos congados, até hoje o dinheiro não saiu. Explicou que os grupos culturais são a mesma legislação e que o termo de execução cultural pode chegar de forma mais simples. Pagar fundo e edital, tinha que ser uma política cotidiana da secretaria de cultura e turismo. Rodrigo Suner sugeriu uma melhor comunicação entre os setores e que seja feita uma regulação municipal. Ana Flávia sugeriu fazer uma regulamentação baseando nas estaduais, federais e nas de outros municípios. Solange sugeriu a realização de uma capacitação para os membros da Secretaria de Cultura para saber como acontece o fenômeno da cultura, tratar os grupos culturais e os detentores da cultura de forma diferente. Os grupos que não tem formação para entender as regras, estão sendo cooptados por várias agencias que estão pegando os serviços coletivos da prefeitura. Lucas informou que existe na procuradoria alguns desafios, desconhecimento das normas, associações e insuficiência temporal para orientar. Para sanar esses problemas, sugeriu uma capacitação e uma regulamentação, iniciativa essa para implementar MROSC. Concluiu dizendo que existe uma demanda para capacitação geral, para capacitação das secretarias e desenvolver instruções normativas estabelecendo procedimentos, que que sobre isenção já está definido. E lembrou que tudo é muito específico e que temos que pensar de uma forma mais prática, definindo equipes para irem até as secretarias para disponibilizar esse conhecimento. Thomasin sugeriu criar uma comissão para organizar e enviar ofício ao primeiro setor, ou fazer uma discussão na próxima reunião ordinária no dia 08 de abril. Davi explicou que na medida que os procedimentos vão melhorando, quanto mais completa e com prazo, tudo vai funcionar melhor. Davi informou que começar o procedimento mesmo sabendo que virá uma nota técnica por estar fora do padrão é um drama vivido e que por mais que o parecer seja opnativo, quanto mais redondo, mais conseguiremos fazer a coisa certa. Sobre o marco da cultura, sugeriu fazer primeiro um contato com a secretaria de governo, pois precisa haver um alinhamento de todos os setores e que essa tarefa pode sair como encaminhamento, e também para a câmara. Davi ainda informa que temos que estudar o decreto federal que regulamenta MROSC, e resolver os gargalos do dia a dia e que está sendo feita uma tentativa com a secretaria de governo para regulamentar um decreto municipal, e que apesar de existirem divergências, temos que ser objetivos. Thomasin acha importante realizar uma reunião extraordinária para estudar mais para poder executar esse fluxo. Solange questionou se alguém da secretaria de cultura vai ter autonomia para ajudar e saber atuar nas horas necessárias sendo pró ativo. Lucas opinou que um decreto é mais efetivo e Ana Flávia opinou que em relação as isenções, alguém da contabilidade vai ser interessante para poder analisar com mais critério os documentos. Amado sugeriu um documento padronizado e que o caminho é conversar com a chefia, e que junto com as notas e o parecer, já informam que está isento. Thomassin perguntou sobre as pautas para a próxima reunião. Ana Flávia agradeceu o convite do conselho. O presidente Arthur agradeceu a presença de todos e sem mais a ser tratado deu a reunião por encerrada às 11h42 e eu Hudson Augusto Silva, lavrei essa ata e dou fé ao conteúdo assinando-a juntamente com os (as) conselheiros (as) presentes. Ouro Preto, 1º de abril de 2026.

Arthur Ramos Carneiro

Thomasin Tonks Ferigati

Rodrigo Almeida Suner,

Maria do Carmo Ferreira de Souza, (Carminha)

Rodrigo Paiva Sales

Solange Sabino Palazzi

Gabriela de Lima Gomes

Davi Barbosa Oliveira

Lucas Barbosa Vilela

Ana Flávia Xavier

Amaro Viana Carvalho

Samuel Camilo Gonçalves

Hudson Augusto Silva

Decretos


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



DECRETO Nº 9.325 DE 13 DE JULHO DE 2026


Concede licença sem vencimentos ao Servidor Martim Vicente Vitova Junqueira.


O Prefeito de Ouro Preto, no uso de suas atribuições legais e de conformidade com os termos do art. 155, da Lei Complementar nº 02/00, do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto e da Lei Complementar nº 173/17,


DECRETA:


Art. 1º Fica concedida licença sem vencimentos ao servidor Martim Vicente Vitova Junqueira, lotada no cargo de Médico Especialista – Psiquiatria, pelo período de 3 (três) anos, a partir do dia 12 de junho de 2026.

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos ao dia 12 de junho de 2026.


Ouro Preto, Patrimônio Cultural Mundial, 13 de julho de 2026, trezentos e quinze anos da Instalação da Câmara Municipal e quarenta e cinco anos do Tombamento.


Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Prefeito de Ouro Preto


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



DECRETO Nº 9.326 DE 13 DE JULHO DE 2026


Declara de utilidade pública o imóvel situado na Rua Águas Férreas, nº 136, bairro Taquaral, Ouro Preto-MG, destinado à remoção de moradores de áreas de alto risco geológico e implementação de medidas de proteção e defesa civil.


O Prefeito de Ouro Preto, no exercício de seu cargo e no uso de suas atribuições legais, em especial a que lhe confere o art. 93, VII, da Lei Orgânica Municipal, bem como pelas disposições contidas no Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, ainda em observância aos ditames da Lei Federal nº 12.608, de 10 de abril de 2012;

Considerando que a administração pública tem o dever de garantir a segurança e a integridade física da população, especialmente em localidades identificadas como áreas de alto risco geológico e geotécnico, o que exige intervenções estatais para a remoção de moradores e a ocupação controlada do solo;

Considerando o disposto no Artigo 5º do Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, que elenca as hipóteses de utilidade pública, entre as quais se incluem a segurança nacional, a salubridade pública e o aproveitamento de bens para fins de urbanização e saneamento;


DECRETA:


Art. 1º Fica declarado de utilidade pública, para fins de desapropriação, o imóvel urbano de titularidade de Ângela Maria dos Santos Schuina e Waldir Schuina Abreu, situado na Rua Águas Férreas, nº 136, bairro Taquaral, Ouro Preto/MG, sem inscrição municipal, constituído por área de terreno de total de 485,40 m² (quatrocentos e oitenta e cinco metros quadrados e quarenta decímetros quadrados) e uma área edificada de 50,48 m² (cinquenta metros quadrados e quarenta e oito decímetros quadrados).


Art. 2º A declaração prevista no art. 1º deste Decreto visa a imediata desocupação de área sujeita a instabilidades geológicas que colocam em risco a vida dos atuais ocupantes e a integridade de terceiros.


Parágrafo único. A intervenção estatal se justifica pelo interesse social superior na preservação da segurança coletiva e na execução de políticas públicas de habitação segura.


Art. 3º Fica a Procuradoria Jurídica do Município autorizada a adotar todas as providências administrativas e judiciais necessárias para a efetivação da desapropriação.


Art. 4º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


Ouro Preto, Patrimônio Cultural Mundial, 13 de julho de 2026, trezentos e quinze anos da Instalação da Câmara Municipal e quarenta e cinco anos do Tombamento.



Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Prefeito de Ouro Preto


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



DECRETO Nº 9.327 DE 13 DE JULHO DE 2026


Declara de utilidade pública o imóvel situado na Rua Francisco Sales Mendes, nº 184, bairro Taquaral, Ouro Preto-MG, destinado à remoção de moradores de áreas de alto risco geológico e implementação de medidas de proteção e defesa civil.


O Prefeito de Ouro Preto, no exercício de seu cargo e no uso de suas atribuições legais, em especial a que lhe confere o art. 93, VII, da Lei Orgânica Municipal, bem como pelas disposições contidas no Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, ainda em observância aos ditames da Lei Federal nº 12.608, de 10 de abril de 2012;

Considerando que a administração pública tem o dever de garantir a segurança e a integridade física da população, especialmente em localidades identificadas como áreas de alto risco geológico e geotécnico, o que exige intervenções estatais para a remoção de moradores e a ocupação controlada do solo;

Considerando o disposto no Artigo 5º do Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, que elenca as hipóteses de utilidade pública, entre as quais se incluem a segurança nacional, a salubridade pública e o aproveitamento de bens para fins de urbanização e saneamento;


DECRETA:


Art. 1º Fica declarado de utilidade pública, para fins de desapropriação, o imóvel urbano de titularidade de Adriane de Fátima de Jesus Dias Rodrigues e Francisco Rodrigues, situado na Rua Francisco Sales Mendes, nº 184, bairro Taquaral, Ouro Preto/MG, sem inscrição municipal, constituído por área de terreno de 65,00 m2 (sessenta e cinco metros quadrados) e área total construída de 130,00 m2 (cento e trinta metros quadrados).


Art. 2º A declaração prevista no art. 1º deste Decreto visa a imediata desocupação de área sujeita a instabilidades geológicas que colocam em risco a vida dos atuais ocupantes e a integridade de terceiros.


Parágrafo único. A intervenção estatal se justifica pelo interesse social superior na preservação da segurança coletiva e na execução de políticas públicas de habitação segura.


Art. 3º Fica a Procuradoria Jurídica do Município autorizada a adotar todas as providências administrativas e judiciais necessárias para a efetivação da desapropriação.


Art. 4º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


Ouro Preto, Patrimônio Cultural Mundial, 13 de julho de 2026, trezentos e quinze anos da Instalação da Câmara Municipal e quarenta e cinco anos do Tombamento.



Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Prefeito de Ouro Preto


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



DECRETO Nº 9.328 DE 13 DE JULHO DE 2026


Declara de utilidade pública o imóvel situado na Rua Francisco Sales Mendes, nº 185, bairro Taquaral, Ouro Preto-MG, destinado à remoção de moradores de áreas de alto risco geológico e implementação de medidas de proteção e defesa civil.


O Prefeito de Ouro Preto, no exercício de seu cargo e no uso de suas atribuições legais, em especial a que lhe confere o art. 93, VII, da Lei Orgânica Municipal, bem como pelas disposições contidas no Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, ainda em observância aos ditames da Lei Federal nº 12.608, de 10 de abril de 2012;

Considerando que a administração pública tem o dever de garantir a segurança e a integridade física da população, especialmente em localidades identificadas como áreas de alto risco geológico e geotécnico, o que exige intervenções estatais para a remoção de moradores e a ocupação controlada do solo;

Considerando o disposto no Artigo 5º do Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, que elenca as hipóteses de utilidade pública, entre as quais se incluem a segurança nacional, a salubridade pública e o aproveitamento de bens para fins de urbanização e saneamento;


DECRETA:


Art. 1º Fica declarado de utilidade pública, para fins de desapropriação, o imóvel urbano de titularidade de Sidinei Xavier, situado na Rua Francisco Sales Mendes, nº 185, bairro Taquaral, Ouro Preto/MG, sem inscrição municipal, constituído por área de terreno de 206,51 m² (duzentos e seis metros quadrados e cinquenta e um decímetros quadrados), e área edificada de 87,91 m² (oitenta e sete metros quadrados e noventa e um decímetros quadrados).


Art. 2º A declaração prevista no art. 1º deste Decreto visa a imediata desocupação de área sujeita a instabilidades geológicas que colocam em risco a vida dos atuais ocupantes e a integridade de terceiros.

Parágrafo único. A intervenção estatal se justifica pelo interesse social superior na preservação da segurança coletiva e na execução de políticas públicas de habitação segura.


Art. 3º Fica a Procuradoria Jurídica do Município autorizada a adotar todas as providências administrativas e judiciais necessárias para a efetivação da desapropriação.


Art. 4º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


Ouro Preto, Patrimônio Cultural Mundial, 13 de julho de 2026, trezentos e quinze anos da Instalação da Câmara Municipal e quarenta e cinco anos do Tombamento.



Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Prefeito de Ouro Preto


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



DECRETO Nº 9.329 DE 13 DE JULHO DE 2026


Dispõe sobre a nomeação de membros para compor o Conselho Municipal de Esporte (CMEsp) e altera o art. 1º do Decreto nº 9.229, de 16 de abril de 2026.


O Prefeito de Ouro Preto, no exercício de seu cargo e no uso de suas atribuições legais, em especial as que lhe conferem o art. 93, VII, da Lei Orgânica Municipal, Lei nº 619 de 14 de dezembro de 2010,


DECRETA:


Art. 1º Fica Bruno de Oliveira, membro titular, representante da Fundação Antônio Francisco Lisboa “O Aleijadinho”, para compor o Conselho Municipal de Esporte (CMEsp), em substituição a Layla Fernandes Machado, membra titular, nomeada por meio do Decreto nº 9.229 de 16 de abril de 2026.

Art. 2º Fica nomeado Pablo Lucas Teixeira, membro suplente, representante da Fundação Antônio Francisco Lisboa - “O Aleijadinho”, para compor o Conselho Municipal de Esporte (CMEsp), em substituição a Bruno de Oliveira, membro suplente, nomeado por meio do Decreto nº. 9.229 de 16 de abril de 2026.

Art. 3° Os membros nomeados nos art. 1º e 2º deste Decreto darão continuidade ao mandato de 2 (dois) anos, iniciado em 21 de maio de 2026, ficando seus antecessores, de consequência, dispensados da referida função.

Art. 4º Ficam alterados os incisos XIX e XX do art. 1º do Decreto nº. 9.229 de 16 de abril de 2026, passando a vigorar com as seguintes redações:


Art. 1º (...)

(...)

XIX – Bruno de Oliveira, membro titular, representante da Fundação Antônio Francisco Lisboa - “O Aleijadinho”

XX – Pablo Lucas Teixeira, membro suplente, representante da Fundação Antônio Francisco Lisboa - “O Aleijadinho”.


Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


Ouro Preto, Patrimônio Cultural Mundial, 13 de julho de 2026, trezentos e quinze anos da Instalação da Câmara Municipal e quarenta e cinco anos do Tombamento.


Angelo Oswaldo de Araújo Santos

Prefeito de Ouro Preto


Convênios


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



EXTRATO:

EXTRATO DO TERCEIRO TERMO ADITIVO AO TERMO DE FOMENTO No 117/2024 CELEBRADO ENTRE O MUNICÍPIO DE OURO PRETO E A COMISSÃO OUROPRETANA DE FOLCLORE. Ficam aprovados os itinerários para transportes dos grupos de congado, conforme CI no 9224/2026, sendo que as despesas da parceria, conforme Plano de Trabalho aprovado, passam a ser de transporte e remuneração do profissional de contabilidade, a saber R$ 1.070,00 (um mil e setenta reais).




Licitações


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


Extrato de licitações:

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO PRETO torna pública o resultado da Inexigibilidade nº. 041/2026, com fulcro no art. 74, inciso V da Lei n. 14.133/2021, cujo objeto: locação de imóvel para abrigar a Escola Municipal de Ensino Infantil Bernardina de Queiroz Carvalho, situado na Rua das Mercês, nº 89, Distrito de Antônio Pereira, Ouro Preto/MG, tendo como locadora a Primeira igreja Batista em Antônio Pereira – CNPJ 20.469.268/0001-84, perfazendo o valor global de R$ 128.010,00. Gerência de Compras e Licitações.

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO PRETO torna pública a REVOGAÇÃO da licitação do Pregão Eletrônico SRP nº001/2026 objeto: registro de preços de serviços técnicos especializados para elaboração de projetos executivos de arquitetura, urbanismo, paisagismo e engenharia, em atendimento à CI 9647/2026, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação. Informações: (31) 3559-3301. Gerência de Compras e Licitações.

PREFEITURA MUNICIPAL DE OURO PRETO torna pública a intenção de realizar procedimento de registro de preços, com fundamento na Lei Federal nº 14.133/2021, visando à futura e eventual contratação de empresa especializada para prestação de serviços de limpeza e higienização de caixas d’água das unidades vinculadas à Secretaria Municipal de Educação, conforme condições e quantitativos definidos nos documentos da fase preparatória. As manifestações de interesse poderão ser encaminhadas até o final do dia 27 de julho de 2026, exclusivamente por meio eletrônico, através do e-mail: compras@ouropreto.mg.gov.br. Os documentos da fase preparatória poderão ser encaminhados aos interessados mediante solicitação pelo referido e-mail.


Portarias


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 58/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 16 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Noêmia Veloso.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Cuidadora de Crianças, Sra. Aldrilane da Silva Reis, Matrícula nº 15035, lotada na Creche Municipal Colméia, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Noêmia Veloso.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.


Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945




PORTARIA SME Nº 59/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 01 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Maria Leandra Dona-Cotta.


RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Cuidadora de crianças, Sra. Juliana dos Santos Rodrigues, Matrícula nº 14920, lotada na Creche Municipal Colméia, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Maria Leandra Dona-Cotta.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945


PORTARIA SME Nº 60/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 07 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Dona Hermínia.


RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Cuidadora de Crianças, Sra. Márcia Regina Ferreira de Jesus, Matrícula nº 14887, lotada na Creche Municipal Colméia, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Dona – Hermínia.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 61/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 27 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Colméia.


RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Cuidadora de Crianças, Sra. Isabel das Dores Mendes do Carmo, Matrícula nº 15085, lotada na Creche Municipal Professora Anita Araújo, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Colméia.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945




PORTARIA SME Nº 62/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 30 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal de Educação Infantil Reino da Alegria.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Andreia Ferreira Guimarães, Matrícula nº 15068, lotada na Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal de Educação Infantil Reino da Alegria.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.


Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação

​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 63/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 09 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Noêmia Veloso.


RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Joice da Silva Santos, Matrícula nº 14666, lotada na Escola Municipal São Sebastião, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Noêmia Veloso.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 64/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 15 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Izaura Mendes.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Valéria Lopes Reis, Matrícula nº 13064, lotada na Escola Municipal Nossa Senhora das Graças, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Izaura Mendes.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 65/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 06 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal de Educação Infantil Bonequinha Preta.


RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Janaína Braga Dias, Matrícula nº 15223, lotada na Escola Municipal Washington Araújo Dias, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal de Educação Infantil Bonequinha Preta.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 66/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 13 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal de Educação Infantil Bonequinha Preta.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Juciara Pereira Abdala, Matrícula nº 3209, lotada na Escola Municipal Doutor Pedrosa, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal de Educação Infantil Bonequinha Preta.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 67/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 06 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Monsenhor Rafael.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Cristiane Natália Pimenta Morais, Matrícula nº 14904 , lotada na Escola Municipal José Estévam Braga, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Monsenhor Rafael.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



​​​​​Ouro Preto, 13/07/2026 - Diário Oficial - Edição nº 3945



PORTARIA SME Nº 68/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 08 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Padre Carmélio Augusto Teixeira.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Nilma Escolástica Mapa Maia, Matrícula nº 15359, lotada na Escola Municipal Aleijadinho, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Padre Carmélio Augusto Teixeira.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 69/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 28 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Padre Antônio Pedrosa.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Deborah Cristina Anjos Souza, Matrícula nº 15028, lotada na Creche Municipal Criança Feliz, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Padre Antônio Pedrosa.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 70/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 28 de Abril de 2026,, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Criança Feliz .

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Zilma Gonçalves Martins, Matrícula nº 3777, lotada na Escola Municipal Doutor Pedrosa, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Criança Feliz.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.


Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


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PORTARIA SME Nº 71/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando a Solicitação da Saúde Ocupacional remetida à Gerência de Recursos Humanos da SME, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-AI Anos Iniciais, Sra. Wanilda de Nazaré Ferreira, Matrícula nº 11219, lotada na Escola Municipal Padre Carmélio Augusto Teixeira, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


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PORTARIA SME Nº 72/2026

Dispõe sobre remoção de Servidor.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 29 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Tomás Antônio Gonzaga.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO do Professor PEB-HE Ciências, Sr. Leonardo Barbosa Rangel, Matrícula nº 15188, lotado na Escola Municipal de Lavras Novas e Escola Municipal Izaura Mendes, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Tomás Antônio Gonzaga.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 73/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 16 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Izaura Mendes.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-HE Ciências, Sra. Cristiane Aparecida de Carvalho Santos, Matrícula nº 15056, lotado na Escola Municipal Aleijadinho, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Izaura Mendes.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


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PORTARIA SME Nº 74/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 07 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Professora Haydée Antunes.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-HE Ciências, Sra. Ana Cecília Romano de Mello, Matrícula nº 15041, lotada na Escola Municipal Maria Leandra Dona-Cotta, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Professora Haydée Antunes.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 75/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 06 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Doutor Alves de Brito.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-HE Geografia, Sra. Glayse Mara Geralda da Silva, Matrícula nº 11183, lotada na Escola Municipal Professora Juventina Drummond, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Doutor Alves de Brito.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


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PORTARIA SME Nº 76/2026

Dispõe sobre remoção de Servidor.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 08 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Padre Carmélio Augusto Teixeira.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO do Professor PEB-HE Matemática, Sr. Lucas Fré Campos, Matrícula nº 15193, lotado na Escola Municipal Professora Juventina Drummond, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Padre Carmélio Augusto Teixeira.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 77/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 22 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Professora Juventina Drummond.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Professora PEB-HE Matemática, Sra Janaína Milagres Martins, Matrícula nº 15226, lotada na Escola Municipal Major Raimundo Felicíssimo, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Professora Juventina Drummond.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 78/2026

Dispõe sobre remoção de Servidor.


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 06 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Secretaria Municipal de Educação.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO do Agente Administrativo, Sr. Valdinei Vítor Santana, Matrícula nº 13773, lotado na Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa, para o quadro de servidores efetivos da Secretaria Municipal de Educação.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.


Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 79/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 30 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa .

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Agente Administrativo, Sra. Jaqueline Aparecida Campos, Matrícula nº 15420, lotada na Creche Municipal Padre Rocha, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Monsenhor João Castilho Barbosa.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


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PORTARIA SME Nº 80/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 01 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Arnaldo Dias Bastos .

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Agente Administrativo, Sra. Edilaine Amarante Bento, Matrícula nº 15421, lotada na Escola Municipal Professor Hélio Homem de Faria, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Arnaldo Dias Bastos.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

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PORTARIA SME Nº 81/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 22 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Major Raimundo Felicíssimo.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Secretária escolar, Sra. Kátia Silva Tomaz, Matrícula nº 15427, lotada na Escola Municipal Benedito Xavier, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Major Raimundo Felicíssimo.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação


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PORTARIA SME Nº 82/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 28 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Escola Municipal Professor Hélio Homem de Faria.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Pedagoga, Sra. Kênia Regina Saraiva G. de Souza Alves, Matrícula nº 15356, lotada na Escola Municipal Izaura Mendes, para o quadro de servidores efetivos da Escola Municipal Professor Hélio Homem de Faria.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

Secretária Municipal de Educação



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PORTARIA SME Nº 83/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 07 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Colméia.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Pedagoga , Sra. Mônica Tavares Ferreira, Matrícula nº 13847, lotada na Creche Municipal Vila Aparecida e Creche Municipal Colméia, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Colméia.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

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PORTARIA SME Nº 84/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 09 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Noêmia Veloso.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Pedagoga, Sra. Joice da Silva Santos, Matrícula nº 14744, lotada na Escola Municipal Professor Hélio Homem de Faria, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Noêmia Veloso.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

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PORTARIA SME Nº 85/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 13 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Noêmia Veloso.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Auxiliar de serviço escolar, Sra. Wanda Neves Guimarães de Paula, Matrícula nº 332, lotada na Creche Municipal Pedro Aleixo, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Noêmia Veloso.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


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PORTARIA SME Nº 86/2026

Dispõe sobre remoção de Servidora


A Secretária Municipal de Educação, Deborah Etrusco Tavares, no exercício de seu cargo e, no uso de suas atribuições legais, em especial as conferidas pelo art. 97, § 2º, incisos I e III, da Lei Orgânica do Município de Ouro Preto – MG;


Considerando o art. 42 da Lei Complementar nº 02/2000, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ouro Preto-MG;


Considerando, ainda, o Título IV, Capítulo II, da movimentação dos servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação, art. 32, inciso IV, da Lei Complementar n°. 76 de 18 de maio de 2010.


Considerando o Requerimento de 09 de Abril de 2026, bem como a existência de vaga na Creche Municipal Pedro Aleixo.

RESOLVE:


Art. 1º - Determinar, a partir de 03 de agosto de 2026, a REMOÇÃO da Auxiliar de serviço escolar, Sra. Rosilene Domingas Fernandes Ferreira, Matrícula nº 981, lotada na Escola Municipal de Educação Infantil Reino da Alegria, para o quadro de servidores efetivos da Creche Municipal Pedro Aleixo.


Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da publicação.

Ouro Preto, 09 de julho de 2026.


Deborah Etrusco Tavares

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