Notícia publicada em 27/10/2026
por Patrick Silva

Santo Antônio do Leite, Ouro Preto (MG) — A primavera ainda não acabou! Nos dias 30 e 31 de outubro, a 18ª Festa da Primavera retorna ao Coreto da Chapada para encerrar uma jornada de encontros culturais iniciada em 22 de setembro, com um luau, e fortalecida nos dias 10 e 11 de outubro, com a programação principal da festa.
A iniciativa chega à sua terceira etapa com resultados expressivos informados pela organização: mais de 2 mil pessoas já participaram das atividades e mais de 200 mil contas foram alcançadas organicamente nas redes sociais. A programação movimentou o comércio, a gastronomia, o artesanato, os serviços e a circulação de renda no distrito, além de estimular práticas de reaproveitamento e economia circular.
A jornada começou em 22 de setembro com um luau dedicado à convivência e à música. Nos dias 10 e 11 de outubro, a festa ocupou o Coreto da Chapada e seu entorno com apresentações musicais, atividades para as infâncias, gastronomia e economia criativa. Nos dias 30 e 31 de outubro, a terceira etapa reúne intercâmbio cultural, formação, ancestralidade e sustentabilidade.
O encerramento recebe atividades associadas ao projeto Suraras do Tapajós – Mulheres indígenas, a voz da resistência, em parceria com Alter do Som. A presença das Suraras do Tapajós aproxima expressões da cultura amazônica das tradições mineiras, por meio da música, da dança e do diálogo sobre identidade, ancestralidade e preservação ambiental.
Na sexta-feira, 30 de outubro, acontece a Oficina de Carimbó, com vivências em dança, instrumentos e história da cultura musical paraense. Às 20h30, uma roda de conversa aborda cultura indígena, ancestralidade, meio ambiente, arte e resistência. Entre as mediadoras estará Val Munduruku, artivista e integrante da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós e do grupo musical.
No sábado, 31 de outubro, a Oficina de Técnica de Som, com Erick Villela, ocorre das 12h às 15h, com introdução a mesas analógicas e microfones. Das 14h às 16h, a Oficina de Moda Consciente apresenta tingimento natural e criações com fibras, sementes, miçangas, madeira e algodão. As apresentações da Tribo Ansata, da DJ Nane Pereira e das Suraras do Tapajós completam a programação.
No sábado, das 12h às 20h, a Mostra Criativa, sob curadoria da designer e agente cultural Thays Castanheira, reúne joalheria artesanal em prata, biojoias, arte em pedra-sabão, cerâmica, bordados, saboaria, cosmética natural e gastronomia. A iniciativa destaca Santo Antônio do Leite como território de tradição na prataria mineira e promove o diálogo com aromas, sabores e matérias-primas do Pará, como açaí e cupuaçu.
“A Mostra Criativa propõe uma conexão profunda entre a potência mineral e artesanal de Minas e os aromas, sabores e fibras do Pará. É um espaço de valorização do fazer manual, da economia criativa e da identidade dos nossos distritos”, destaca Thays Castanheira.
Ao reunir artistas, artesãos, produtores, comerciantes e visitantes, a 18ª Festa da Primavera reforça o papel da cultura na ocupação dos espaços públicos e na geração de oportunidades locais. A circulação de renda e o fortalecimento da produção autoral se somam às práticas sustentáveis presentes nas oficinas e na Mostra Criativa.
Do Tapajós às montanhas de Minas, a primavera continua florescendo. A praça é nossa! Bora florescer?
Santo Antônio do Leite, Ouro Preto (MG) — A primavera ainda não acabou! Nos dias 30 e 31 de outubro, a 18ª Festa da Primavera retorna ao Coreto da Chapada para encerrar uma jornada de encontros culturais iniciada em 22 de setembro, com um luau, e fortalecida nos dias 10 e 11 de outubro, com a programação principal da festa.
A iniciativa chega à sua terceira etapa com resultados expressivos informados pela organização: mais de 2 mil pessoas já participaram das atividades e mais de 200 mil contas foram alcançadas organicamente nas redes sociais. A programação movimentou o comércio, a gastronomia, o artesanato, os serviços e a circulação de renda no distrito, além de estimular práticas de reaproveitamento e economia circular.
A jornada começou em 22 de setembro com um luau dedicado à convivência e à música. Nos dias 10 e 11 de outubro, a festa ocupou o Coreto da Chapada e seu entorno com apresentações musicais, atividades para as infâncias, gastronomia e economia criativa. Nos dias 30 e 31 de outubro, a terceira etapa reúne intercâmbio cultural, formação, ancestralidade e sustentabilidade.
O encerramento recebe atividades associadas ao projeto Suraras do Tapajós – Mulheres indígenas, a voz da resistência, em parceria com Alter do Som. A presença das Suraras do Tapajós aproxima expressões da cultura amazônica das tradições mineiras, por meio da música, da dança e do diálogo sobre identidade, ancestralidade e preservação ambiental. Suraras do Tapajós é um grupo musical brasileiro de carimbó, composto por mulheres indígenas Tapajós. Criado em 2018 em Alter do Chão, distrito de Santarém, no Pará, é considerado o primeiro grupo de mulheres indígenas do gênero.
Na sexta-feira, 30 de outubro, acontece a Oficina de Carimbó, com vivências em dança, instrumentos e história da cultura musical paraense. Às 20h30, uma roda de conversa aborda cultura indígena, ancestralidade, meio ambiente, arte e resistência. Entre as mediadoras estará Val Munduruku, artivista e integrante da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós e do grupo musical.
No sábado, 31 de outubro, a Oficina de Técnica de Som, com Erick Villela, ocorre das 12h às 15h, com introdução a mesas analógicas e microfones. Das 14h às 16h, a Oficina de Moda Consciente apresenta tingimento natural e criações com fibras, sementes, miçangas, madeira e algodão. As apresentações da Tribo Ansata, da DJ Nane Pereira e das Suraras do Tapajós completam a programação.
No sábado, das 12h às 20h, a Mostra Criativa, sob curadoria da designer e agente cultural Thays Castanheira, reúne joalheria artesanal em prata, biojoias, arte em pedra-sabão, cerâmica, bordados, saboaria, cosmética natural e gastronomia. A iniciativa destaca Santo Antônio do Leite como território de tradição na prataria mineira e promove o diálogo com aromas, sabores e matérias-primas do Pará, como açaí e cupuaçu.
“A Mostra Criativa propõe uma conexão profunda entre a potência mineral e artesanal de Minas e os aromas, sabores e fibras do Pará. É um espaço de valorização do fazer manual, da economia criativa e da identidade dos nossos distritos”, destaca Thays Castanheira.
Ao reunir artistas, artesãos, produtores, comerciantes e visitantes, a 18ª Festa da Primavera reforça o papel da cultura na ocupação dos espaços públicos e na geração de oportunidades locais. A circulação de renda e o fortalecimento da produção autoral se somam às práticas sustentáveis presentes nas oficinas e na Mostra Criativa.
Do Tapajós às montanhas de Minas, a primavera continua florescendo. A praça é nossa! Bora florescer?
18ª Festa da Primavera — Encerramento | 30 e 31 de outubro de 2026
Local: Coreto da Chapada — Santo Antônio do Leite, Ouro Preto/MG
30/10: Oficina de Carimbó (horário a confirmar); roda de conversa com Val Munduruku (20h30).
31/10: Mostra Criativa (12h às 20h); Oficina de Técnica de Som com Erick Villela (12h às 15h); Oficina de Moda Consciente (14h às 16h); Tribo Ansata (16h20); DJ Nane Pereira (18h); Suraras do Tapajós (20h).
Curadoria da Mostra Criativa: Thays Castanheira.
Programação associada ao projeto Suraras do Tapajós – Mulheres indígenas, a voz da resistência, em parceria com Alter do Som.
Instagram: @festadaprimaveranoleite


