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Ouro Preto, 17 de Abril de 2014

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Terça-feira, 29 de janeiro de 2013. Confira as condições para hoje:


CONFIRA O NÍVEL DO ALERTA METEOROLÓGICO PARA HOJE:

 

*O Alerta Meteorológico hoje permanece em seu terceiro nível, o de ALERTA. Com uma medição entre 22mm e 128mm de chuva acumulados em um intervalo contínuo de cinco dias, entra-se no nível de ALERTA, sendo que até as 08h00min de hoje já havia sido registrado um acumulado de 88mm medido a partir de quinta-feira. Neste instante o tempo continua nublado e instável em Ouro Preto, com previsão de continuidade das chuvas para os próximos dias devido à presença de uma frente fria e de um canal de umidade sobre o estado denominado de Zona de Convergência do Atlântico Sul (Zcas). Essas condições do tempo são as mais perigosas para Ouro Preto quando se trata de deslizamentos de terra, sendo que existe uma previsão preocupante de 114mm de chuva acumulada para os próximos cinco dias. Essa previsão foi realizada pelo setor de meteorologia da CEMIG e os detalhes podem ser conferidos na figura abaixo. Caso essas previsões se confirmem, Ouro Preto entraria no nível de Alerta Máximo meteorológico, o nível mais crítico. Portanto, a Defesa Civil pede a população atenção redobrada para os próximos dias.

 

Fique Atento! Serão atualizadas, diariamente pela manhã, as previsões do tempo para todo o Estado de Minas Gerais e também para os próximos sete dias seguintes da semana. O nosso maior objetivo é analisar, todos os dias, o volume de chuva que caiu em Ouro Preto no dia anterior. Com isso, podemos verificar se essa chuva que caiu poderá ou não causar deslizamentos de encostas em nossa cidade. Se a chuva foi perigosa, emitiremos imediatamente alertas pela internet e também pelas estações locais de rádio. Para quem quiser saber maiores detalhes sobre a previsão do tempo específica para Ouro Preto, deixamos disponível um link do Clima Tempo logo abaixo do Alerta Meteorológico. Não se deve confundir o Alerta Meteorológico com previsão do tempo. A previsão do tempo é apenas uma das ferramentas utilizadas na atualização do Alerta Meteorológico.

*Informou a Equipe do NAD e da COMDEC.

 

 

VEJA COMO FICA O TEMPO HOJE EM MINAS GERAIS:

 

O céu ficará nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva acompanhadas de descargas atmosféricas e rajadas de vento ocasionais em praticamente todas as regiões mineiras, sendo que no Sul, Triângulo, Norte e Vale do Jequitinhonha, o sol aparecerá, mas sempre entre muitas nuvens e chove a qualquer momento, principalmente a partir da tarde. As temperaturas permanecerão amenas em todo o estado, devido à alta cobertura de nuvens. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o tempo ficará nublado com períodos de sol e há condições de pancadas de chuva que poderão vir acompanhadas de raios a partir da tarde.

 

 

PREVISÕES PARA OS PRÓXIMOS 7 DIAS EM MINAS GERAIS:

 

O tempo permanece instável sobre o Estado de Minas Gerais, devido o fluxo de umidade proveniente da região Amazônica que atua em conjunto com a frente fria na costa da região Sudeste do Brasil. A instabilidade deve provocar chuvas que iram variar de pancadas de chuva e chuvas continuas sobre todo o Estado. As regiões que deverão ter acumulados significativos de chuva são: Noroeste, Oeste, Triângulo e Sul. No dia 30/01 as chuvas deverão ficar amenas, devido o enfraquecimento da frente fria que atuava sobre a costa do Sudeste Brasileiro. As temperaturas estarão amenas durante o período.

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Fontes:

INMET (Instituto Nacional de Meteorologia)

CPTEC/INPE (Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos / Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)

SIMGE (Sistema de Meteorologia e Recursos Hídricos de Minas Gerais)

 

 

NOTÍCIA IMPORTANTE: O Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas a Desastres Naturais) informou no dia 12 de dezembro de 2012, quarta-feira, que existe uma previsão de eventos extremos durante o período de chuvas para o Sudeste. A notícia completa você encontra logo abaixo. Mantenha-se informado!

 

 

Cemaden prevê eventos extremos para o período de chuva no Sudeste

 

*Notícia embasada na apresentação do diretor do Cemaden, Agostinho Ogura, no dia 12/12/2012, quarta-feira. Texto: Rodrigo PdGuerra – Ascom do MCTI

 

A segunda quinzena de dezembro e o mês de janeiro concentram, em média, metade do volume anual de chuva na região Sudeste. Às vésperas do período, o governo federal apresentou nesta quarta-feira (12), no Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad/MI), em Brasília, o plano de ações para proteger e atender a população diante dos fenômenos extremos. Segundo o diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTI), Agostinho Ogura, o Centro-Sul do Brasil deve enfrentar chuvas “dentro da normalidade ou ligeiramente superiores” aos registros históricos para a época. “Mas é importante destacar que, quando a gente fala em normalidade em período chuvoso na região Sudeste, a possibilidade de haver eventos extremos está muito presente”, enfatizou. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, também estavam presentes.

Além de concentrar as chuvas anuais da região, o intervalo de 15 de dezembro a 30 de janeiro costuma abranger curtos períodos de alta incidência pluviométrica. “A gente está falando de 800 a 1.000 milímetros, que podem acontecer em alguns dias, como em Caraguatatuba [SP], em 1967, com 600 milímetros em 48 horas”, disse Ogura. “Essa anomalia de distribuição é normal e é capaz de deflagrar enchentes, inundações, enxurradas. A gente tem que entender que a natureza funciona desse jeito, e se preparar para tanto.”

Diante do prognóstico histórico de chuvas intensas, Ogura destacou a dificuldade de prevê-las com semanas de antecedência. “Por isso foi criado o Cemaden, porque o governo federal precisa de uma instituição que faça monitoramento sistemático, 24 horas, aproveitando a excelência dos órgãos de meteorologia e mapeamento de risco”, afirmou. “Temos que conseguir um contínuo incremento da nossa capacidade. Esse é o grande desafio, não só do Brasil mas de todo o mundo, que busca dar alertas com antecedência, para que o mínimo possível de pessoas fiquem expostas a eventos severos.”

Prevenção

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, ressaltou o empenho dos governos federal, estadual e municipal em implementar o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Desastres, lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 8 de agosto, mas também advertiu sobre a força da natureza. “A gente precisa destacar que não controlamos os eventos”, disse. “Mesmo nos países mais avançados, como Estados Unidos e Japão, que dispõem de recursos materiais e tecnologia, a capacidade de se antecipar a desastres ainda é muito limitada.”

“A prioridade é investir em prevenção para que a gente possa construir cidades mais resilientes”, apontou Bezerra. “Ações de prevenção começam com informação. Por isso, buscamos ampliar a capacidade brasileira de predição, investindo em equipamentos e profissionais que possam nos dar informação a tempo para que as forças de defesa civil orientem e alertem a população.”

Embora apresente menor probabilidade de ocorrência de desastres naturais, de acordo com o Cemaden, a região Sul também precisa ser monitorada. “Parte do estado do Paraná tem uma característica de transição com o Sudeste”, disse Agostinho Ogura. “Temos que ficar atentos a picos extremos.”

Atualmente, o Cemaden monitora 274 municípios – 195 deles nas regiões Sul e Sudeste. Quando começou a operar, em dezembro de 2011, a unidade do MCTI acompanhava 56 cidades. Desde então, a instituição emitiu 236 alertas de risco para o Cenad, responsável por acionar a defesa civil. Ogura informou que o centro tem 106 profissionais, distribuídos em equipes multidisciplinares.

Mobilização antecipada

O titular do Ministério da Integração Nacional (MI) abordou iniciativa conjunta de Cenad, Cemaden, Serviço Geológico do Brasil (CPRM/MME), Agência Nacional das Águas (ANA/MMA) e ministérios da Defesa e da Saúde, sob coordenação da Secretaria Nacional de Defesa Civil, do MI. “Já no verão do ano passado, tivemos uma experiência muito positiva com aquilo que denominamos de Força Nacional de Emergência”, recordou Bezerra. A medida será instalada antecipadamente no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (13), e em Minas Gerais, na próxima semana.

“Dependendo dos prognósticos emitidos pelo Cemaden, devemos instalar forças em São Paulo ou no Espírito Santo até o final de dezembro”, completou Bezerra. “Não vamos esperar a chuva cair para deslocar os profissionais.” Em caso de desastre, haverá reforço aéreo e mobilização de salvamento, saúde e comunicação, em busca de maior agilidade no atendimento às vítimas.

Também iniciada em 2011, a Força Nacional do SUS apoiará o esforço conjunto com “uma equipe preparada para pronta resposta”, conforme anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, “não só para situações de desastre, mas também para a organização de grandes eventos de massa, como a Copa do Mundo, a Copa das Confederações e as Olimpíadas”.

Já o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, relatou que o governo federal empenhou R$ 4,9 bilhões dos R$ 7,7 bilhões da dotação orçamentária voltada a ações emergenciais e preventivas de Defesa Civil, obras de drenagem e encostas e unidades do programa Minha Casa Minha Vida.

Também compareceram ao evento no Cenad o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o senador Casildo Maldaner (PMDB-SC), entre outras autoridades.

Vejam mais notícias nos links abaixo:

Notícia original acessada em: http://www.integracao.gov.br/noticias

Notícia original acessada em: http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/341329.html

No primeiro link procure por notícias do dia 12/12/2012




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-TIRE AQUI SUAS DÚVIDAS-

 

1 – O que significam as cores dos círculos no Alerta Meteorológico?

 

Resposta:

Ø  l - VERDE (Observação) – Neste nível é feito o monitoramento meteorológico constante, a fim de verificar e antecipar a formação de sistemas atmosféricos frontais (frentes frias) que avançam sentido a Região Sudeste e que podem gerar acumulados significativos de chuvas. Os sistemas que mais preocupam são aqueles associados aos corredores de umidade provenientes da Região Amazônica que formam as Zonas de Convergência do Atlântico Sul (Zcas). Os acumulados de chuva nestes períodos geralmente são significativos e provocam o encharcamento excessivo do solo. Isso favorece os deslizamentos de terra, bem como o rolamento de blocos rochosos;

 

Ø  l - AMARELO (Atenção) – Entra-se neste nível quando o índice pluviométrico monitorado varia de 0 a 22 mm acumulados de chuvas em um período de cinco dias. Neste estágio é iniciado o Plano de Contingência Municipal com acompanhamento dos índices pluviométricos e dos boletins meteorológicos que são emitidos pelos órgãos estaduais e federais;

 

Ø  l - LARANJA (Alerta) – Entra-se neste nível quando o índice pluviométrico monitorado varia de 22 a 128 mm acumulados de chuvas em um período de cinco dias. Neste nível de alerta, deslizamentos de terra e rolamento de blocos rochosos podem ocorrer isoladamente. Este nível é caracterizado por chuvas prolongadas e requer um maior acompanhamento dos índices pluviométricos e dos boletins meteorológicos que são emitidos pelos órgãos estaduais e federais. Neste estágio existe a probabilidade isolada de remoções preventivas de alguns moradores das áreas de risco mapeadas, a fim de resguardar a integridade física dos mesmos;

 

Ø  l - VERMELHO (Alerta Máximo) – Entra-se neste nível quando o índice pluviométrico ultrapassar a marca monitorada de 128 mm acumulados de chuvas em um período de cinco dias. Neste nível de alerta, deslizamentos de terra e rolamento de blocos rochosos com maior expressão podem ocorrer de modo generalizado em toda a cidade nas áreas de risco mapeadas. Este nível é caracterizado por chuvas prolongadas e com previsão de continuidade para os próximos dias. Essa situação exige um criterioso acompanhamento dos índices pluviométricos e dos boletins meteorológicos que são emitidos pelos órgãos estaduais e federais. Neste estágio existe a probabilidade de remoções generalizadas preventivas e definitivas dos moradores das áreas de risco já mapeadas, a fim de resguardar a integridade física da população;

 

Ø  OBS.: É importante salientar que podem ocorrer casos isolados fora do padrão exposto em cada nível citado acima, uma vez que os valores de referência foram estabelecidos a partir de análise estatística e probabilística por meio do estudo de dados coletados durante 17 anos de observações. As margens de erro verificadas durante os estudos que foram desenvolvidos são da ordem de 10% aproximadamente.

 

2 – Exatamente em qual lugar ou região que nós estamos dentro do Estado de Minas Gerais?

 

Resposta:

Primeiramente é importante saber que o Estado de Minas Gerais está na Região Sudeste do Brasil. Agora dentro do Estado de Minas Gerais, o Município de Ouro Preto está localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, fazendo divisa com a Região da Zona da Mata a leste como mostra a figura abaixo. Desta forma, sempre que você ouvir uma previsão do tempo para essas regiões do Estado de Minas Gerais saiba que a cidade de Ouro Preto está incluída dentro destas previsões.

 

 

 

3 – O que significam 25mm de chuva em um dia? Uma chuva com esse volume de água é muito perigosa?

 

Resposta:

Uma chuva acumulada de 25 mm significa, por exemplo, que em cada metro quadrado de terreno e de telhados da cidade choveu o equivalente a 25 litros de água acumulados durante um dia inteiro. Parte dessa água escorre sobre a superfície do terreno, parte evapora e outra parte infiltra no solo. No caso da cidade de Ouro Preto aquela parte da água que infiltra no solo é a que mais nos preocupa por torná-lo encharcado, ou em outras palavras por torná-lo saturado com água. À medida que se avança pelo período chuvoso, o solo vai ficando cada vez mais saturado em água e, desta forma, menos resistente e mais vulnerável aos escorregamentos de terra, também conhecidos como movimentos de massa. Desta forma, pode-se concluir que com uma chuva de 25mm no início do mês de setembro seria pouco provável a ocorrência de um deslizamento de terra de grandes magnitudes, ao passo que com os mesmos 25mm de chuva no início do mês de janeiro as conseqüências poderiam ser desastrosas e ocasionarem grandes deslizamentos de terra, uma vez que o terreno poderia estar muito encharcado com as chuvas ocorridas nos meses anteriores caso estas chuvas estivessem com um volume muito acima do esperado pela média histórica da nossa região.

 

 

4 – Como eu devo me comportar quando a cidade entrar em um nível de ALERTA ou ALERTA MÁXIMO?

 

Resposta:

Inicialmente é muito importante que você não perca o controle. É fundamental aprender a administrar uma situação de risco sem entrar em pânico, isso só aumentaria os problemas. Lembre-se que nos anos anteriores você conviveu com o mesmo perigo sem ter essa importante informação. Dessa forma, esteja atento às dicas abaixo:

 

            A - Quem mora em área de risco alto ou muito alto pode procurar se abrigar em casas seguras de familiares ou amigos, caso haja essa possibilidade, até que os níveis de alerta voltem aos padrões de segurança. Se você não conhecer o grau de risco do terreno onde está a sua casa, entre em contato pessoalmente com o NAD / Comdec para maiores esclarecimentos;

 

            B - Se você não tem como se abrigar em outro local, fique atento aos seguintes sinais que podem indicar uma situação de risco:

                        *Aparecimento de trincas nos pisos e nas paredes da casa ou abertura de trincas antigas;

*Surgimento de água no solo, principalmente se estiver barrenta;

*Azulejos se soltando, telhas caindo, portas e janelas que não se fecham mais;

*Trincas no terreno e aparecimentos de degraus ou abatimentos;

*Inclinação de árvores, postes, cercas e muros;

*Estufamento em muros de arrimo e nos pisos;

*Estalos no terreno e pequenas pedras rolando sozinhas;

*Aumento do nível de água em rios e ribeirões próximos de sua residência.

Ao observar a ocorrência recente de um ou mais destes sinais, evacue o local e solicite imediatamente uma vistoria da Defesa Civil (Comdec). Na dúvida, nunca se arrisque!

 

            C - A sua vida e dos seus familiares tem um valor inestimável. Bens materiais se recuperam, uma vida perdida não tem reparo! Acredite no risco iminente quando vier uma comunicação do Corpo de Bombeiro ou dos Técnicos da Defesa Civil. Aceite a ajuda oferecida em caso de remoção permanente ou definitiva e garanta a sua segurança e de toda sua família;

 

 

5 – Onde eu consigo maiores informações sobre o funcionamento do Alerta Meteorológico de Ouro Preto?

 

Resposta:

Na página inicial da Prefeitura Municipal de Ouro Preto, clique no símbolo de interrogação em cor azul localizado na frente do Alerta Meteorológico. Lá você terá acesso a todas as informações que precisa.

 

 

*Em caso de urgência ou emergência tenha sempre em mãos os seguintes telefones:

Ø  Defesa Civil (Comdec) de Ouro Preto199 / 031.3559-3121 / 031.8426-9596

Ø  Corpo de Bombeiros Militar193

 

 

*Dúvidas, sugestões, reclamações? Entre em contato: defesacivil@ouropreto.mg.gov.br 

 

“...na ocorrência de desastres, não sobrevivem os mais fortes. Sobrevivem os mais preparados...”

 

 

*Redigido por: Charles Romazâmu Murta (Eng. Geólogo / Coordenador do NAD / SMOOP / PMOP)

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